05/12/2017 - 20:00

Gestos de Carmem Mayrink Veiga

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Carmem Mayrink Veiga e Guilherme GuimarãesCarmen Mayrink Veiga: / Foto: Marco Rodrigues / Arquivo site Lu Lacerda

Carmem Mayrink Veiga, que morreu no último domingo (03/11), tinha atitudes que podem ser consideradas surpreendentes: mandava todos os dias uma quentinha para Guilherme Guimarães, seu grande amigo. O costureiro odiava cheiro de comida – em seus apartamentos, não havia cozinha; chegou até a falar disso numa entrevista neste site, em 2016. E a Carmem sempre teve essa atenção com Guilherme. Nestes tempos de amigos que usam “eu te amo” como cumprimento – mas é tão falso quanto a alegria das redes sociais -, é sempre bom saber desse tipo de coisa. Um gesto pequeno, mas nos dias atuais, grandioso!


Enviado por: Lu Lacerda
05/12/2017 - 18:00

Maria Bethânia: ‘show de verão’ pela Mangueira em janeiro

Maria Bethânia: cantora vai subir ao palco para cantar por sua Mangueira do coração /Foto: Divulgação

Maria Bethânia: cantora vai subir ao palco para cantar por sua Mangueira do coração /Foto: Divulgação

Mangueirense desde criancinha, Maria Bethânia vai subir ao palco do Vivo Rio no dia 16 de janeiro para a 16ª edição do tradicional ‘show de verão’ da escola de samba de seu coração. A cantora foi a grande homenageada do enredo de 2016, “A Menina dos Olhos de Oyá” – a grande campeã -, e também já havia desfilado para a verde-e-rosa quando o tema foi sobre os Doces Bárbaros (1994). Também vão participar do show, Alcione, Rosemary, Mariene de Castro, Leci Brandão, Péricles, Nelson Sargento e Mart’nália. Sem falar da bateria “Tem que Respeitar Meu Tamborim”. No dia 17, a apresentação será no Tom Brasil, em São Paulo.


Enviado por: Redação
05/12/2017 - 17:00

Candido de Oliveira em quatro gerações: parte da história da advocacia

Tradicional escritório de advocacia carioca lança livro comemorando 125 anos de atividade /Foto: Divulgação

Tradicional escritório de advocacia carioca lança livro comemorando 125 anos de atividade /Foto: Divulgação

Isso, sim, é genética! Há mais de um século, o escritório Candido de Oliveira Advogados passa de herdeiro a herdeiro e, agora, lança um livro para comemorar: “Uma história da advocacia – 125 anos do escritório Candido Oliveira”. Atualmente, tocado por Candido de Oliveira Bisneto, que comemorou 80 anos na última semana, com festa no Country Club, em Ipanema. Os sócios atuais são todos muito bem colocados no mercado: Francisco de Assis de Mello e Silva, Leonardo Moreira Lima e Ricardo Brajterman.

Candido de Oliveira (1845) ocupou muitos cargos, inclusive o de ministro da Justiça (na época em que esses postos iam bem além dos cabelos acaju, se é que vocês me entendem) – ele fez parte da comissão de criação do primeiro Código Civil do País. Candido de Oliveira Filho seguiu os passos do pai, mas foi um pouco além e fundou a Livraria Editora Candido de Oliveira, especializada, claro, em publicações de Direito, os famosos tijolões. Depois, veio Candido de Oliveira Neto, ex-Procurador-geral da República e Ministro da Justiça.


Enviado por: Redação
05/12/2017 - 16:30

Jade e Cristal Carvalho: marca para criança que se veste de criança

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Jade Rezinski e Cristal Carvalho: marca carioca, no mercado desde abril, para quem não admira criança vestida de de adultinho

Para quem não admira criança vestida de adultinho – socorro! – uma marca carioca, a Cristal et Jade Petit, no mercado desde abril, vem agradando a muitas mães. As gêmeas Jade Rezinski e Cristal Carvalho já começaram a criar as peças pensando nisso, e estão crescendo muito, participando de alguns eventos privados – segundo elas, sempre com preços mais acessíveis. Jade é casada com o empresário Roberto Rezinski, portanto, dona de casa, mãe de Anita (de 3 anos), treina todos os dias na academia e, ainda assim, dedica pelo menos três horas por dia à empresa, que tem três funcionárias.


Enviado por: Lu Lacerda
05/12/2017 - 16:04

”Roquette-Pinto era sensual, era namorador, era sedutor, era mulherengo. Ih, ele vai pensar: esse meu neto está me entregando!”

 

 

Do jornalista e escritor Claudio Bojunga quando perguntado se seu avô fazia sucesso com as mulheres.

 

 

 

 


Enviado por: Redação
05/12/2017 - 16:00

Valentina Sampaio: modelo trans brasileira é o rosto da Marc Jacobs 

Valentina Sampaio: top trans é o rosto da Marc Jacobs /Foto: Divulgação

Valentina Sampaio: top trans que nasceu no interior do Ceará é o rosto da Marc Jacobs /Foto: Divulgação

Ao contrário de muita gente por aí, o ano foi ótimo para a modelo cearense Valentina Sampaio (Joy Model). A bela é o novo rosto da campanha de beleza de Marc Jacobs, com fotos de Eli Schmidt. Aos 20 anos, Valentina, nascida em Aquiraz, no Ceará, com pouco mais de 70 mil habitantes, ficou mundialmente conhecida por ser a primeira modelo transgênero a estrelar uma capa da “Vogue Paris”. Logo depois, posou para a mesma publicação, só que alemã. Ela  também é embaixadora da L’Oréal e está na capa da “Vogue” brasileira de dezembro, em foto de Gui Paganini.


Enviado por: Redação
05/12/2017 - 15:30

Leblon: festa de Natal na Dias Ferreira

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A Dias Ferreira, no Leblon, inaugura decoração de Natal, neste sábado (09/12), com festa dentro e fora das lojas / Foto: Reprodução

A Dias Ferreira, no Leblon, vai inaugurar a decoração de Natal da rua com festa para todos que passarem por lá, neste sábado (09/12). Os lojistas, como o Momo, Sushi Leblon, Venga, Zona Sul e muitos outros, vão vender pratos e bebidas especiais na frente de cada estabelecimento. Para completar o clima bem natalino, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal participa do evento com as melodias que todo mundo conhece.

Lou Bittencourt, que assina a decoração, com muitos bicos de papagaios e luzes variadas, teve a ideia de uniformizar os garçons com aventais e chapéus Panamá: “Tudo bem tropical, como tem que ser o Natal aqui no Rio”, comenta a produtora.

Para o evento, os comerciantes aproveitam para convidar todos a apoiarem os artistas do Municipal com doações de alimentos. A coleta acontece em frente ao supermercado Zona Sul.


Enviado por: Redação
05/12/2017 - 14:45

Hélio de la Peña no “Circuito Rei e Rainha do Mar”, mas fora das águas

Hélio de la Peña com a biografia de Poliana Okimoto: humorista não vai estar nas águas, mas vai autografar livro /Foto: Arquivo Pessoal

Hélio de la Peña com a biografia de Poliana Okimoto: humorista não vai estar nas águas, mas vai autografar livro /Foto: Arquivo Pessoal

O “Circuito Rei e Rainha do Mar” vai atrair 4 mil atletas entre os dias 7 e 10 de dezembro, na Praia de Copacabana. Além das provas de tirar o fôlego de qualquer mortal, o evento incluirá uma série de ações, como uma palestra de Cynthia Howlett e Beatriz Serpa sobre nutrição, na quinta-feira (07/12), ao meio-dia. No dia seguinte, Poliana Okimoto, a primeira brasileira a conquistar a medalha olímpica na maratona aquática de 2016, vai assinar exemplares da sua biografia, escrita pelo humorista Hélio de la Peña, que, infelizmente não vai participar da competição – ele levou um tombo de bicicleta em outubro e está usando muletas -, mas vai estar lá assinando o livro.

Há seis anos, ele descobriu a natação e costuma treinar no Posto 6, com a equipe LL Gladiadores, do ex-nadador olímpico Luiz Lima. “Tinha uma vida de atleta amador; agora, descer escada é meu esporte radical – e pratico pouco. O ortopedista manteve a ordem de mexer o mínimo possível com o quadril. Se já não tinha essa malemolência toda – nunca fiz um quadradinho de oito, sairei dessa com a ginga de um alemão da Bavária. Sexo segue proibido. Estou bem melhor, praticamente bom, mas ainda afastado de esportes”, diz ele.


Enviado por: Redação
05/12/2017 - 13:31

Ioga de graça no Posto 10 em Ipanema

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Adriana Camargo, professora de Ioga, da aula gratuita no Posto 10, da praia de Ipanema, nesta sexta-feira (08/12) / Foto: Divulgação

O Posto 10 da praia de Ipanema vai virar uma “sala” de Ioga ao ar livre, nesta sexta-feira (08/12). A partir das 8h30, os professores Raphaell Ramos, treinador físico, e Adriana Camargo, do Shiva Shankara Centro de Yoga, vão iniciar com uma aula de Ioga + funcional – o que não falta aos cariocas são motivos para andar estressados. “Nas minhas aulas, peço que deem o melhor de si naquele dia, naquele momento”, diz Adriana. Entrando no clima solidário neste fim de ano, para participar, basta levar brinquedos ou alimentos, que vão ser doados a uma instituição de caridade.


Enviado por: Redação
05/12/2017 - 12:35

Cinco perguntas para Claudio Bojunga (sobre seu avô Roquette-Pinto)

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O jornalista e escritor Claudio Bojunga vai receber, nesta terça-feira (05/12), o Prêmio Senador José Ermírio de Moraes, da Academia Brasileira de Letras (ABL), pelo livro “Roquette-Pinto, o corpo a corpo com o Brasil“. A sessão, às 16h, será no Salão Nobre do Petit Trianon.

Claudio Bojunga, que é neto do biografado, dedicou-se por três anos à pesquisa do livro. Ele se formou também em Direito e estudou Política Internacional no Instituto de Estudos Políticos de Paris. Trabalhou como repórter, redator, crítico e correspondente internacional. Foi editor especial da revista Veja, diretor de jornalismo da TVE e editorialista do Jornal do Brasil. Escreveu o texto do filme “Os anos JK”, de Silvio Tendler, entre tantas outras coisas. Ganhou o Prêmio Jabuti em 2002, por sua biografia “JK, o artista do impossível”. É, ainda, professor da PUC-Rio, por 15 anos.

1
O livro sobre seu avô Roquette-Pinto trouxe muita emoção da infância?

”Tinha quase 15 anos quando ele morreu. Descrevo com emoção a cena que testemunhei do Marechal Rondon, quase cego, beijando a testa do amigo morto e dizendo: “Até breve”. O último capítulo do livro trata de minhas evocações pessoais de infância e juventude. Fala de um homem ao mesmo tempo já renomado, mas despojado, de um empreendedor modesto recurvado pelo reumatismo, com seu “pince-nez” e seu charuto, vivendo num apartamento atulhado de livros e exalando um amor imbatível pelo país. É emocionante a frase de Carlos Drummond de Andrade: “Homens como Roquette-Pinto nos ensinam a ter esperança no homem.”

2
Como você se sente ao ser premiado poucos meses depois do lançamento do livro?

”Feliz por ter feito justiça a um brasileiro exemplar. Tomo o prêmio como reconhecimento do meu esforço, mas também como homenagem à obra-mestra dele, “Rondônia”, trabalho antropológico de campo precursor junto aos parecis e aos nambiquaras, cuja edição comemora este ano seu centenário. No discurso de posse, como sucessor de Roquette na Academia Brasileira de Letras, o crítico Álvaro Lins afirmou que “Rondônia” representou para os indígenas o que “Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freire, representou para os afro-brasileiros. É gratificante ajudar a revalorizar esta obra – menos conhecida do que a do “Pai do Rádio.”

3
É verdade que Roquette-Pinto fazia sucesso com as mulheres?

”As moças de hoje que veem a foto da capa do meu livro – que o mostra na expedição de 1912 enlaçando indiozinhos nambiquaras – comentam invariavelmente como ele era bonitão e – curiosamente – um bonito “moderno” já naquela época. Imagine as moças do tempo dele como reagiam! Ele se formou em Medicina aos 22 anos, foi professor delas ainda rapaz, tinha uma voz envolvente e era arrebatado pela natureza e pelo país. Diria que seu culto pelo sexo oposto foi menos sublimado do que o de Augusto Comte. Só podia ter dado muito trabalho a minha querida avó.”

4
Seja mais direto sobre essa parte tão pouco falada da vida de Roquette-Pinto

”No livro, dou uns toques sobre isso. Sim, meu avô era muito sedutor, ainda mais cercado de alunas. Não sei se ele se aproveitava por ser professor; acho que não – as meninas é que se sentiam muito atraídas por ele. Fazia muito sucesso, e não era esse sucesso frívolo. Era um homem “incasável” até porque não tinha tempo pra nada. Era um cientista cheio de projetos, acordava de madrugada pra escrever, um homem de ação, que corria riscos até na selva – e isso é muito romântico. Minha avó disse a uma prima que ela não pertencia a esse mundo dele, de quem se separou nos anos 20. Roquette-Pinto era sensual, era namorador, era sedutor, era mulherengo. Ih, ele vai pensar: esse meu neto está me entregando!”

5
Aponte alguma diferença entre homens públicos como seu avô e os que estão aí hoje

”Atualmente só vemos rapinagem na política e falta de espírito público; a rapinagem suplanta o civismo. São homens que só querem tirar vantagem do país. O Brasil não precisa de heróis, precisa de exemplos.”


Enviado por: Lu Lacerda
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