10/11/2017 - 20:30

Teatro, por Claudia Chaves: ‘Perdoa-me por me traíres’

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Todo mundo cita Nelson, fala de Nelson, ri nervosamente e chora com a dor que parece não acabar. O pornógrafo, o tarado, o que só fala de incesto, de sexo de todo jeito é o mais festejado autor brasileiro. Ele mesmo Nelson Rodrigues, pernambucano, carioca, Fluminense mais pó-de-arroz do mundo, de direita, jornalista, cronista. Amado, odiado, xingado. Nelson Rodrigues de “Perdoa-me por me traíres”, em cartaz no Teatro Laura Alvim.

Um clássico, peça escrita há exatos 60 anos, parece ter saído do Facebook ou do Instagram. Em uma trama que mistura tio, mãe, sobrinha, pedofilia, prostituição, aborto,”Perdoa-me por me traíres” funciona como um pêndulo que vai para um lado, para o outro mas sempre pesando na perda. Com elenco formado por Bebel AmbrosioBob NeriClarissa KahaneErnani MoraesGabriela RosasJoão Marcelo PallottinoRose LimaTatiana Infante Daniel Herz, sob a direção de Daniel Herz , a peça gira em torno de todo o tipo de traição: casamento, amizade, trabalho, relações de poder.

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Sobre o que o estimulou a trabalhar nessa nova montagem, Daniel Herz, que já dirigiu também a obra “Valsa nº 6”, do mesmo autor, explica: “Nelson é universal e por isso sempre atual, mas é importante não deixar a singularidade do ´sotaque´ rodriguiano parecer uma cena cheia de naftalina. Manter a linguagem, mas parecer que ela é dos nossos dias, do nosso momento histórico. Esse é o grande desafio”. Daniel acredita ainda que Nelson se repete com uma originalidade incrível e que dirigir “Perdoa-me…” é virar um pouco todos eles: a doença e a paixão que cada personagem carrega. Para finalizar Herz ainda diz “Ele é o nosso Shakespeare. Genial. Único! Poderia ficar o resto da vida só montando Nelson.”

O cenário de Fernando Mello da Costa são venezianas que se abrem e fecham como fazem exatamente nossos olhos e ouvidos quando não queremos saber daquilo que não queremos saber. Mas a talentosa e clássica direção de Daniel Herz valoriza e destaca o trabalho dos atores o que faz com que as reações ao texto aconteçam exatamente como deve acontecer. E ficamos a pensar: atire a primeira pedra quem não traiu? Ou quem nunca criou uma situação para ser traído? E além do mais, perdão foi feito para a gente pedir.

Serviço:
Casa de Cultura Laura Alvim
Sextas e Sábados às 21h
Domingos às 20 horas

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Enviado por: Redação
10/11/2017 - 19:30

Programe-se: agenda para o fim de semana

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Esta semana teve a nomeação de Fernando Segóvia para dirigir a Polícia Federal, com apoio de nomes do PMDB, quase todos investigados, com muita gente achando que pode ser um passo para o declínio da Lava-Jato. Desejando que o presidente Temer crie juízo e não interfira, de jeito nenhum, nos rumos da operação e que não acorde-o-povo-nas-ruas. Está subtendido? 

Temos uma sugestão, gratuita, desta sexta-feira (10/11), até domingo (12/11) pra você. O MIMO Festival, em sua terceira edição, reúne shows e filmes na Marina da Glória, no espaço Igrejas, no Cine Mimo e no Espaço Cultural BNDES. Com atrações que vão desde Criolo até leituras de poesias, o evento disponibiliza senhas pra não deixar ninguém de fora. Mais informações no site https://mimofestival.com/ 

Você, gostosa, treinou até cansar e não vai ter como mostrar esse corpinho, já que o sol não deve dar as caras? De duas uma: ou vá à praia assim mesmo, mergulha, mergulha, mergulha para dar uma limpada, ou vá as piscinas do Copa, do Fasano, dos clubes. E, linda assim, pode até sair do zero a zero – os turistas amam as cariocas. Boa sorte! 

 

Se você se acha uma pessoa iluminada, cuja vida dá um livro (todos pensam isso – hahahaha), aproveite o tempo fechado do sábado e domingo e comece a escrever, sem compromisso – daí pode ter uma surpresa depois ao mostrar a um editor. Danuza Leão começou assim….. 


Bibi Ferreira, de 95 anos, estreia o espetáculo “Por toda minha vida”, neste sábado (11/11), no Oi Casa Grande, às 21h. Com direção musical de Flávio Mendes, o show vem com novas canções e montagens. Ingressos no site www.tudus.com.br/ 

Amiga da coluna diz que corta relações com aquelas pessoas que publicam passagens de primeira classe no Instagram. Dá pra entender, né? Alguém perguntou o por quê? E ela: “Além da parte que dispensa comentários, também porque pode ser nocivo para a relação, pela minha grande inveja”. Que consciência! Bom pra refletir no fim de semana. 

Prefere um fim de semana mais agitado? Que tal samba, música eletrônica, performances e shows com uma vista incrível? O “Multiplicidade 2025”, evento no Armazém Utopia, neste sábado (11/11), organiza sete horas de atrações com artistas do Brasil, Canadá, Holanda, Sri Lanka, França, Espanha e Itália, com entrada franca. Das 19h às 2h da manhã, a 13ª edição do evento é pra aquele tipo que se dispõe ficar acordado a noite toda. E aí, topa? 

O cinema vai bem: entre eles, “Vazante”, criticado por uns, elogiado por outros, mas falado por todos, sobre a submissão de negros, de Daniela Thomas; e no “No intenso agora”, documentário de João Moreira Salles. 

Exposições, gastronomia, moda, design, mostra de cinema e festas, tudo em um só lugar? Temos! O Cluster, grupo de empreendedores de diferentes áreas com o mesmo objetivo, comemora cinco anos com dois dias de festa (11/11 e 12/12), ocupando a Casa França-Brasil e o CCBB. Mais informações sobre o evento, que tem entrada gratuita, no site https://www.facebook.com/events/1687112014694084/ 

Clarisse Niskier, aquela atriz phoda, estreia o monólogo “A Lista”, neste domingo (12/11), no Parque das Ruínas. Mas antes, neste sábado (11/11), tem ensaio aberto. Clarisse segue em cartaz em São Paulo com a montagem de “A Alma Imoral”, texto maravilhoso do Bonder. 

Presta atenção a essas sugestões: a mostra “Oscar Niemeyer – Territórios da Criação”, que estreia nesta sexta-feira (10/11) para o público, na Pinakotheke Cultural, em Botafogo; a individual do parisiense Lair Uaracy, “Expressão Genuína”, com estreia neste sábado (11/11), na Úmida Galeria, no Jardim Botânico; a exposição “O colecionador de linhas”, com retrospectiva da trajetória de Claudio Paiva, a partir deste sábado (11/11), no Museu de Arte do Rio (MAR). 

Rodrigo Maia deve ter o nome ventilado durante o fim de semana, depois de num momento de lucidez, ter dito em sua página no Facebook, que “proibir aborto no caso de estupro não vai passar na Câmara”. 

Pra encerrar, que tal o melhor da gastronomia da Barra e, para completar, um show ao vivo? O CasaShopping recebe a cantora Jesuton, neste domingo (12/11), no festival ”Essa Onde é um Show”. O evento, gratuito, começa às 18h. 

Algum personagem de Guimarães Rosa, em “Grande Sertão, Veredas”, fala que que “ingratidão é o defeito que a gente menos reconhece em si”, deixo essa para o seu domingão! Sem mais! 

Ilustração: Edgar Moura


Enviado por: Redação
10/11/2017 - 19:00

Carlos Henrique Schroder sobre incêndio da Globo: “Nem o fogo é capaz de conseguir destruir nossa capacidade de sonhar”

Carlos Henrique Schroder: diretor do Grupo Globo grava mensagem de apoio aos funcionários depois de incêndio /Foto: Reprodução

Carlos Henrique Schroder: diretor do Grupo Globo grava mensagem de apoio aos funcionários depois de incêndio /Foto: Reprodução

A Rede Globo em peso sofreu ao ver as chamas destruírem o galpão Santa Cruz, de apoio à novela “Deus Salve o Rei”, no interior do Projac, em Curicica, nessa quinta-feira (09/11). Nesse clima, o diretor do Grupo Globo, Carlos Henrique Schroder, gravou mensagem de apoio aos funcionários: “Vivemos um pesadelo, ver o galpão consumido no coração de todos nós, mas ver a equipe colocando tudo em pé foi impressionante. Em poucas horas, nossa equipe se mobilizou – gente que estava longe mostrando que seu sentimento estava perto”, e seguiu agradecendo o profissionalismo de todos. Falou em corrente de solidariedade e, por fim, afirmou que nem o fogo é capaz de conseguir destruir nossa capacidade de sonhar.


Enviado por: Lu Lacerda
10/11/2017 - 17:30

Diretora do MIMO destaca atrações do festival

Lu Araújo: diretora geral e artística do festival MIMO comenta sobre atrações e crise cultural /Foto: Divulgação

Lu Araújo: diretora geral e artística do festival MIMO comenta sobre atrações e crise cultural /Foto: Divulgação

Começa nesta sexta-feira (10/11), a 14ª edição do “MIMO Festival”, no Rio. O maior evento de música gratuito no país vai além dos shows e concertos instrumentais – também leva ao público mostra de cinema e uma programação educacional, com workshops de grandes músicos e fóruns de ideias. Em 14 anos, Lu Araújo, diretora geral e artística, produziu 350 shows e levou 200 exibições de filmes para mais de um milhão de pessoas em cidades históricas do país, como Olinda, Paraty, Tiradentes e Ouro Preto. Mesmo em tempos de crise cultural, Lu tenta lutar contra a maré. “A minha força se redobra diante deste desafio, mas acho importante considerar que o MIMO sempre andou na contramão da crise. Nunca foi fácil realizar um festival deste porte e com uma programação internacional tão intensa e de graça. Acredito que, em momentos economicamente difíceis, a cultura torna-se ainda mais necessária ao bem-estar das pessoas”, diz ela.

É a terceira vez no Rio, ocupando locais como a Igreja da Candelária, Outeiro da Glória, Marina da Glória, Cine Odeon e Museu da República. Entre as atrações, Criolo, Otto, o encontro dos rappers Emicida e Rael com a portuguesa Capicua no projeto “Língua franca”, o cantor e compositor baiano Russo Passapusso, o pianista Benjamim Taubkin, o cineasta e músico Emir Kusturica & The No Smocking Orchestra, da Sérvia; Mali Vieux Farka Touré, que foi considerado pelo jornal inglês “The Guardian” ‘o novo herói da guitarra africana’, entre tantos.

E como consegue fazer uma seleção tão incomum e chamar o publico? “Não cair no lugar comum é uma escolha. Não temos interesse algum em ser apenas mais um festival de música. O que de fato interessa é promover o contato do público com sons reveladores de outras culturas, a que dificilmente o público tem acesso no Brasil. No entanto, a maioria das atrações está bombando nos palcos e festivais do mundo”. O MIMO segue para Olinda entre 17 a 19 de novembro.


Enviado por: Redação
10/11/2017 - 16:46

“Sinto a presença dele aqui”

 

 

 

De Vera Lúcia Niemeyer, viúva do arquiteto, durante abertura da exposição “Oscar Niemeyer (1907-2012) – Territórios da Criação”


Enviado por: Redação
10/11/2017 - 16:16

“Sinto a presença dele aqui”, dia viúva de Niemeyer em abertura de exposição

Foto de:

Fãs, amigos e apaixonados pelo arquiteto Oscar Niemeyer foram à Pinakotheke Cultural, para a abertura da exposição “Oscar Niemeyer (1907-2012) – Territórios da Criação”, que comemora 110 anos de nascimento do artista: são desenhos, pinturas, esculturas e peças de mobiliário feitos por ele. Com curadoria de Marcus Lontra e Max Perlingeiro, a exposição tem também obras de artistas que trabalharam junto com ele, como Alfredo Ceschiatti, Alfredo Volpi, Athos Bulcão, Bruno Giorgi, Candido Portinari, Franz Weissmann, Joaquim Tenreiro, Maria Martins, Roberto Burle Marx e Tomie Ohtake. Da família, estavam lá o médico Paulo Niemeyer, sobrinho, e Vera Lúcia Niemeyer, a viúva, que, bem comovida, disse: “Estou muito emocionada e sinto a presença dele aqui” e, ainda que já tinha visto a exposição antes, para “evitar ter um choque muito grande”. A abertura foi movimentada –  veja fotos na Galeria.


Enviado por: Lu Lacerda
10/11/2017 - 15:30

Daniela Mercury encerra ‘Festival Harmonia’

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”Festival Harmonia”: evento com shows de Hamilton de Holanda, Carlos Malta, Daniela Mercury, Ivan Lins e Fernanda Gonzaga / Foto: Cristina Granato

Depois de homenagear Jackson do Pandeiro e os afrossambas de Vinicius e Baden, o “Festival Harmonia”, com renda revertida para obras sociais, recebeu Daniela Mercury, Ivan Lins e Hamilton de Holanda nessa quinta-feira (09/11), no Theatro Municipal. A última apresentação foi dividida em três blocos de homenagens: a Pixinguinha, que completaria 120 anos em 2017; a Gonzaguinha, com sua filha Fernanda Gonzaga e releituras de seu único parceiro de composição, Ivan Lins; e Dorival Caymmi, com os maiores sucessos da carreira cantados por Daniela, que chegou ao teatro ainda à tardinha para passar o som. “É mágico ver este palco vazio, neste tempo difícil para nossa arte. Se para algumas pessoas religiosas seus templos são igrejas e mesquitas, para nós, artistas, é o palco”, disse ela.

Com direção musical de Carlos Malta e curadoria dos produtores culturais Geraldinho Magalhães e Rodrigo Rezende, o espetáculo apresentou cenografia em painéis de LED que passavam imagens dos homenageados, muito aplaudidos pela plateia. Mercury fez um mix dos autores, chamando Lins para dividir o palco em “Samba da minha terra”, de Dori, além de cantar “Madalena”, para logo depois, chamar Fernanda para finalizar com “O que é, o que é”, aquela com o refrão “a vida é bonita, é bonita e é bonita…”. O público delirou e cantou junto.


Enviado por: Redação
10/11/2017 - 14:30

Cacá Diegues lança “Todo Domingo” no Rio

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Lançamento do livro "Todo Domingo": Cacá Diegues e o jornalista Merval Pereira; o artista plástico Carlos Vergada e Isabel Diegues; Cacá entre Rodrigo Fonseca e Betty Faria; Diegues e Nélida Piñon; Cacá e Djavan /Fotos: Daniel Marques

Na primeira foto, Cacá Diegues e Merval Pereira; na segunda, Carlos Vergara e Isabel Diegues; na terceira, Cacá entre Rodrigo Fonseca e Betty Faria; na quarta, Diegues e Nélida Piñon; na quinta, Cacá e Djavan /Fotos: Daniel Marques

Cacá Diegues lançou “Todo Domingo”, da Editora Cobogó nessa quinta-feira (09/11), na livraria da Travessa, em Ipanema. O cineasta recebeu fãs e muitos amigos, como o jornalista Merval Pereira, o artista plástico Carlos Vergara, Betty Faria – estrela do filme “Bye, Bye Brasil” (1979), sucesso de Diegues -, e o cantor Djavan. A publicação é uma coletânea de artigos de Cacá publicado aos domingos no jornal O Globo entre 2010 e 2017 e organizado por Rodrigo Fonseca. “Domingo é o dia em que lemos tudo sem opinião formada, confrontando com a novela dos dias de semana nosso palpite sobre o sentido da vida. Como se de nós não se esperasse lá muita coisa, como se não merecêssemos mesmo a fé de ninguém. Todo domingo a gente pensa sobre o resto da vida”, diz trecho do artigo que deu o título.

Embora o autor seja um dos mais importantes cineastas do país – fundou o Cinema Novo ao lado de Glauber Rocha – não é uma leitura sobre o tema, mas “um livro sobre o Brasil”, diz Fonseca. As reflexões de Diegues são cotidianas, a partir de notícias, leituras e filmes, ou ainda de um pênalti perdido, de eleições, ou de qualquer outra coisa sobre a identidade do povo brasileiro numa espécie de bate papo com o leitor.

“Os textos que compõe este livro prolongam não somente o desejo de pensar o Brasil, mas também refletem a preocupação em imaginá-lo e reinventá-lo.(…) Este livro é, sobretudo, um projeto de resistência contra o empobrecimento do debate, da língua, do ofício de escrever. E gera o mesmo encantamento que permeia a obra cinematográfica de Carlos Diegues”, escreveu o cineasta Walter Salles.


Enviado por: Redação
10/11/2017 - 13:31

Píton para o trânsito da Lopes Quintas: e sem cachê

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Thor, uma píton de 30 quilos parou o trânsito da Lopes Quintas, no Jardim Botânico, nessa quinta-feira (09/11). A cobra estava lá como atração da abertura de um novo espaço no DC, o “Lá em Cima“, a Myropolium Casa Bom Ton, de Roberta Damasceno e Elói Nascimento. É uma perfumaria “ancestral”, mas parece nome de circo, o que realmente foi montado por lá, com a banda “Os Camelos“, cuspidor de fogo, mulheres em cima de pernas-de-pau e apresentações pirotécnicas. E claro, a bailarina Isabelly Saar – autointitulada “snake charmer” (ou hipnotizadora de cobras) – e sua píton amarela.

Thor foi o rei das selfies, mesmo para aqueles com ofidiofobia; mas vale tudo tudo por uma curtida – hahahhaha!. Aos defensores dos animais: a cobra é registrada; só ficou o tempo necessário e nem cobrou cachê. Quanto às brincadeiras com o Thor Batista, se seria uma homenagem ao filho de Eike e Luma, nem pensar – o garoto está longe de ser esse perfil cobra, como muitas com quem convivemos (se é que vocês me entendem!).


Enviado por: Lu Lacerda
10/11/2017 - 12:40

Hailey Baldwin aprendeu: “Cala a boca e me beija!”

Hailey Baldwin: modelo posa em praia brasileira debaixo de chuva/Foto: Reprodução Instagram

Hailey Baldwin: modelo posa em praia brasileira debaixo de chuva/Foto: Reprodução Instagram

Hailey Baldwin, filha do ator americano Stephen Baldwin com a brasileira Kennya Baldwin, está no Brasil e postou uma foto em suas redes sociais, numa praia do litoral paulista, debaixo de chuva mesmo. Os fãs brasileiros – são muitos, entre os 10 milhões de seguidores – ficaram loucos e começaram a lotar o Instagram de mensagens. O amor pelo Brasil é notório, tanto que a modelo – ela acaba de ser eleita uma das mulheres mais sensuais do mundo na lista “Hot 100” da revista Maxim – tem uma tatuagem escrito “Minas Gerais” em seu tornozelo esquerdo.

“Minha mãe é do Rio, mas minha avó é de Minas Gerais. Fui para essas duas cidades quando era muito nova, quando tinha 6, 7 anos, mas nunca mais voltei ao Brasil”, disse ela em visita ao país há dois anos. Nessa segunda-feira (06/11), ela participou do programa de James Corden, que a desafiou a falar algumas palavras em português. “Eu não falo fluente. Nem meu pai, que é casado com a minha mãe há 30 anos, sabe falar; mas minha mãe e minha avó não falam inglês na minha frente, e eu consigo entendê-las bem”, contou ela, explicando ao apresentador e aos outros convidados, os atores Matt LeBlanc e William H. Macy, como flertar em português: “Cala a boca e me beija!”.


Enviado por: Redação
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