11/10/2017 - 19:00

Paris, por Paulo Pereira

nota-1-1

nota-1-2

Os brechós parisienses são muito visitados por franceses e turistas, fascinados pela variedade, qualidade e preços das peças. Selecionei alguns, por estilo, para vocês visitarem numa próxima viagem a Paris. Tem pra todo os gostos; vale a pena dar uma olhada:

Os mais rockabilly e anos 30 a 50:
Mamie, 69, Rue de Rochechouart, 75009 Paris
Mamie Blue, 73, Rue de Rochechouart, 75009 Paris
Casablanca, 17, Rue Moret, 75011 Paris

O máximo do sportswear e do vintage americano dos anos 80 a 2000:
Son et image, 77, Boulevard de Sébastopol, 75002 Paris
Bleach Vintage, 93, Rue St Denis, 75001 Paris
Oh Lumière, 21, Avenue de la République, 75011 Paris

O melhor do estilo militar:
Militaria: La Tranchée Militaire,  puces de Saint Ouen, 53, Rue Jules Vallès, 93400 Saint-Ouen

Os mais acessíveis em preço:
Episode, 12-16, Rue Tiquetonne, 75002 Paris
Guerrisol, 21, Boulevard de Rochechouart, 75009 Paris

Os mais importantes do estilo vintage por suas peças de coleções raras e únicas:
Gauthier Borsarello, Espace Holiday, 11-17 Rue Parent de Rosan Paris, 75016, somente com horário marcado.
Tom Gruat: somente com horário marcado ou diretamente no Instagram.

—————————————————————————————————————————————

nota-2

Um passeio turístico inusitado em Paris: galerias Crypte Archéologique, instaladas no subsolo da I’Ile de la Cité, um verdadeiro museu escondido. Pouco conhecidas pelos turistas e supervisitadas pelos franceses, as galerias da Crypte oferecem um percurso superinteressante entre várias épocas da cidade, desde o tempo Gallo-romano, quando a cidade se chamava Lutèce, passando por vestígios medievais e traços do século XVIII.

Embaixo do pátio da Notre Dame, encontram-se mais de 2.000 anos de historia parisiense: um novo itinerário pra sua próxima vinda à cidade.

Crypte archéologique de l’ile de la Cité
7 Place Jean Paul II, patio da Notre- Dame – 75004 – Paris

—————————————————————————————————————————————

nota-3

Recentemente, foi inaugurada a megaboutique da Maison Louis Vuitton, na Place Vendôme, em Paris. A marca francesa renovou um prédio histórico de 1714 e fez homenagem a Louis XIV, o “Roi Soleil“, na fachada da loja, colocando um sol dourado imenso, que será retirado no próximo mês.

Na decoração, 30 obras de arte, uma estátua dourada de Louis XIV, várias poltronas cocoon dos irmãos Campana, em uma ambientação contemporânea assinada por Peter Marino.

A boutique, além das coleções de acessórios, bolsa, malas e prêt-à-porter, tem um espaço dedicado à criação de vestidos sob medida para as clientes milionárias da marca.

Puro luxo e poder!

Boutique Louis Vuitton Place Vendôme
23 Place Vendôme, 75001 Paris

—————————————————————————————————————————————

nota-4

Grande nome da Couture Francesa, o pioneiro do look futurista e um grande homem de negócios, o estilista Pierre Cardin é homenageado pelo seus 70 anos de carreira, através de um lindo livro das edições Assouline.

Seu ideal como estilista, desde os anos 60, era fazer uma moda para um mundo do futuro. Suas coleções sempre tiveram  uma estética ultramoderna, refinada e high tech, inspirando vários outros estilistas da época, como Paco Rabane e Courrèges.

A edição, além de várias fotos de arquivos, traz alguns comentários de artistas e estilistas, como Marisa Berenson e Jean Paul Gauthier, que testemunham a genialidade do estilista durante todos esses anos.

Uma viagem no tempo de um estilo único, que criou uma moda que dura ate hoje.

Bravo!

————————————————————————————————————————————

Visite também parisporpaulopereira.com

Beijos,

tarja.paulopereira


Enviado por: Redação
11/10/2017 - 18:00

Raica Oliveira quase quebrando a Internet

raica-lui-b

raica

Tem brasileira na capa da edição de outubro da revista francesa masculina Lui Magazine: Raica Oliveira. Aos 33 anos a bela está quebrando a Internet com as ousadas poses num macacão transparente que evidencia sua dieta vegetariana. Raica mora há cinco anos em Ibiza, na Espanha. Em 2005 virou alvo de comentários ao namorar o jogador Ronaldo Fenômeno.


Enviado por: Redação
11/10/2017 - 17:00

Cinco perguntas para: Paula Acioli (sobre redes sociais)

paula-fashion-magazines-2_menor

A designer carioca Paula Acioli – formada pelo London College of Fashion, no Reino Unido, membro do Instituto Brasileiro de Negócios e Direito da Moda e autora de diversos livros sobre o assunto – vai fazer a palestra “Quando a história vira moda”, conteúdo da Casa do Saber, nesta quarta-feira (11), no Via Parque Shopping, às 19h30. Durante a conversa, Paula vai falar sobre o impacto do noivado Real entre o príncipe William e Kate Middleton e das Redes Sociais nas passarelas, vitrines, filmes e livros. A coluna bateu um papo com Paula:

1
As redes sociais viraram uma grande vitrine. Existe regras nesse mundo da moda virtual? 

“Os protocolos no mundo virtual parecem estar virando o mundo (real) de cabeça para baixo, mas penso que a regra de ouro no mundo (real ou virtual) da moda é encantar e surpreender, mas sempre mantendo a verdade dos fatos (e das criações) e a ética. Em tempos de Internet e redes sociais, tudo acontece para o bem e para o mal. Estar sempre atento em fazer um bom trabalho, dar os créditos corretamente, ser autêntico, mas verdadeiro, criativo e ter conteúdo (mesmo que o conteúdo seja reduzido, por conta da velocidade das redes e da impaciência dos leitores das novas gerações) é, na minha opinião, essencial”.

2
  Como ganhar seguidores nas redes sociais falando sobre moda? 

“O grande desafio é conseguir dar o seu recado de maneira criativa, clara e, se possível, inovadora – conquistar o coração e a mente daqueles com quem você quer falar, com conteúdo interessante e empatia (não importa se presencialmente, virtualmente ou numericamente). Costumo dizer que, em tempos de fugacidade de influência, devemos preferir ser referência. A influência pode passar, mas a referência permanece como um valor para a vida. Ganhar seguidores hoje é uma métrica de sucesso, mas não sabemos o dia de amanhã. Seria muito mais interessante e sólido que, ao invés de apenas seguidores, tivéssemos admiradores”.

3
Hoje temos a discussão sobre o excesso de velocidade da moda.Você acha que o mecanismo da moda está rápido demais? Por quê? 

“Sim, os processos na moda estão mais acelerados porque vivemos tempos acelerados. No passado, tivemos a Alta-Costura, no século 19, e o Prêt-à-Porter, no século 20. Ambos eram considerados vanguardistas e velozes demais para o seu tempo. No século 21, falamos do nascimento do Fast Fashion e do See Now Buy Now, que possuem o temperamento desse século. Gosto de dizer que todos: Alta-Costura, Prêt-à-Porter, Fast Fashion e See Now Buy Now são filhos da moda, que nasceram em séculos e velocidades diferentes e possuem o contexto como pai”.

4
  As redes sociais podem ser consideradas, na sua opinião, responsáveis por boa parte dessa rapidez da moda? 

” Com certeza. Mas não estão agindo de maneira dissociada do que acontece no contexto. São fatores que agem conjuntamente, tendo a tecnologia como uma espécie de centro nervoso. A tecnologia sempre nos alerta de que os tempos da moda, hoje, são outros, que é difícil ser outsider, viver “fora” da velocidade estabelecida pelas redes sociais. Prova disso são o Fast Fashion – estratégia agressiva de varejo, superdemonizada e pouco entendida, que chamo de “o filho rebelde da moda”; o See Now Buy Now (irmão do Fast Fashion) e o Slow Consumerism, o filho caçula da moda do século 21, de temperamento mais tranquilo que nasceu para neutralizar a agitação de seus irmãos mais velhos e trazer mais reflexão à moda nestes tempos acelerados”.

5
Raf Simons deixou a direção criativa da Dior por excesso de tarefas, por querer algo mais “calmo”. Outros grandes estilistas, como Alber Elbaz, que logo depois saiu da Lanvin, também reclamam do excesso de trabalho. O que você acha das decisões e declarações deles? 

“O sistema da moda, como era de esperar, está mudando. E as mudanças fazem parte dos ciclos da moda, que se constroem, se estabelecem, se esgotam e se renovam, em ritmo constante, sem pausas. Quando a Alta-Costura surgiu, no século 19, reis, rainhas e nobres sentiram que não seriam mais os únicos a se vestirem com o luxo, antes exclusivo de sua classe, e resistiram às mudanças, maldizendo a burguesia rica que surgia com a Revolução Industrial, capaz de comprar roupas luxuosas. Quando o Prêt-à-Porter surgiu, revoltou os criadores da Alta-Costura, muitos dos quais decidiram, inclusive, fechar suas maisons em protesto ao novo processo da moda que entrava. Hoje, várias grifes de Alta-Costura foram compradas por grupos de luxo, que mantêm, também sob sua gestão, grifes de Prêt-à-Porter e exigem resultados, que antes não eram exigidos dos criadores. Quando o Fast Fashion apareceu, novamente houve reação e resistência. E hoje, para a surpresa dos mais conservadores, vemos Karl Lagerfeld, o diretor criativo da Chanel (e de tantas outras grifes de luxo) e ícone da moda mundial, criando e assinando coleções para redes de marcas que adotam a estratégia Fast Fashion. Mudou a moda, mudaram as relações entre moda e criadores, mudou o mercado. Os criadores hoje – com raras exceções – não possuem mais a autonomia e tempo de criação que possuíam antes, e estão com muito mais atribuições e tarefas; daí essa verdadeira “dança das cadeiras” a que assistimos atualmente nos cargos de diretores criativos das grandes grifes de moda. Esse é um processo que, na minha visão, faz parte das transformações”.


Enviado por: Redação
11/10/2017 - 14:52

A Tee Match, em parceria com Tati Bonaparte Dorf e outras três marcas, convidam para o lançamento da Coleção Istambul, na Epitácio Pessoa, 1024, na Lagoa. O evento tem entrada gratuita.


Enviado por: Redação
11/10/2017 - 14:49

A Karibu, marca de roupas femininas, promove, neste sábado (14/10), uma oficina de fotografia gratuita, a partir das 16h, na Casa Ipanema.


Enviado por: Redação
11/10/2017 - 14:30

Bebel Gilberto emociona crítica internacional

sem-titulo

Bebel Gilberto está bem na fita com os críticos gringos. A filha de João Gilberto acaba de lançar o EP “Bebel Gilberto Live at the Belly Up“, e sua primeira música de trabalho é uma versão da conhecida Creep, do Radiohead, gravada na lendária boate Belly Up, em Solana Beach, Califórnia. “Uma lenta e sedosa canção, cheia de emoção e sensualidade, uma versão íntima, ancorada pela guitarra acústica e o denso sotaque português de Bebel”, escreveu um crítico de San Diego. Bebel sempre “namorou” a música pop, e nunca foi segredo suas referências, de Prince a David Bowie e Bjork, mas ela acredita que gravar Creep tenha sigo uma experiência profunda. “É uma versão muito verdadeira; só gravei depois de cantar muitas vezes sozinha. Via muitos amigos tocando-a com arranjos totalmente diferentes, e isso realmente me inspirou. Gosto de transformar músicas conhecidas no meu jeito de cantar, com o meu inglês quebrado”, disse ao site SoundDiego.

Até agora, ela não recebeu nenhum comentário da banda e admite que fica nervosa pensando nisso. “Não gosto de incomodar ninguém porque, se eles não gostarem, não vão falar. Então eu prefiro seguir o fluxo, mas espero que eles gostem, porque é uma música bonita, e eu faço isso com muito amor.” Enquanto os músicos não se manifestam, seu público é cheio de amores. “Eu tenho tido reações impressionantes, estou muito feliz. Quando testei Creep, num show no ano passado, foi uma explosão. Imagina! Somente voz e guitarra com o meu sotaque, e ainda tenho pessoas gostando! Para mim, é um presente “, disse Gilberto.

Morando entre Rio e Nova York, é o sexto álbum da cantora desde o sucesso mundial de “Tanto tempo” (2000), que ajudou a difundir a ideia de bossa nova eletrônica e a transformou numa das artistas brasileiras mais vendidas nos Estados Unidos desde os anos 1960. Bebel também anunciou datas da sua turnê, a começar por Boston, em 17 de dezembro, Chicago, 19 e 20 de dezembro, e Nova York, 22 de dezembro.

 


Enviado por: Redação
11/10/2017 - 13:45

Noite solidária em Ipanema

Foto de:

Muitas marcas se reuniram para apoiar o evento “Ipanema Laço Rosa” nessa terça-feira (10), na Casa Ipanema, como mais uma ação do Outubro Rosa. Parte das vendas foram doadas à Fundação Laço Rosa – ONG que luta para mudar a realidade do câncer de mama no Brasil – dentre elas, a Grendene, que criou uma sandália na cor do mês, especialmente para a ocasião. Mais de 400 pessoas lotaram a Garcia D’Ávilla, com coquetel pelo Chef Flávio Pedro e show de Yara Figueiredo – o evento marcou a retomada da a artista e designer de joias aos palcos. No repertório, gravações dos seus dois primeiros CDs, composições autorais, inclusive a canção “Seguro a sua mão”, feita especialmente para esta ação.


Enviado por: Redação
11/10/2017 - 13:00

Alexandre Birman: sem queixas de nenhum tipo

775055540SA060_2017_FFANY_S

Alexandre Birman e Johanna Stein-Birman, em Nova York, no evento de premiação como “Designer do Ano” pela “FFANY” / Foto: Divulgação

A passagem de Alexandre Birman, sozinho e animado pelo último último Rock in Rio, fez muitos amigos do empresário comentarem que o casamento com Johanna estaria numa crise, talvez, daquelas um-adeus-pode-ser-o-melhor-caminho. Todos enganados, todos! O casal estava bem tranquilo em Nova York: ela, linda; ele, num clima homem vitorioso (sabe?), nessa terça-feira (10/10), quando Birman foi premiado como Designer do Ano, pela sua marca homônima, na 24º edição do ”FFANY Shoes On Sale”.


Enviado por: Lu Lacerda
11/10/2017 - 12:21

O canal de Antonia Frering

Foto de:

Antonia Frering é mulher de muitos canais, mas, no Youtube, é o primeiro. A atriz comemorou o lançamento, nessa terça-feira (10/10), com festa no Hippopotamus, em Ipanema. Mãe de três e avó de gêmeos, adentra a morena magra-alta-alegre-perfumada e, o melhor, muito segura – nomeou seu projeto de “Programa Antonia Frering”: “É sempre bom um começo e um recomeço na vida“, disse a atriz, que acaba de fazer participações em “Tempo de Amar”, novela das seis, da Globo.

No evento, foi mostrado o primeiro episódio, sobre câncer de mama, aproveitando tanto o Outubro Rosa quanto sua experiência pessoal com o tema: “Parece clichê, mas não é; a importância da mamografia, eu mesma não dava a mínima”, disse Antonia sobre o exame, depois de ter passado, ela mesma, por tudo isso, ter se levantado da situação igualmente bonita e ainda mais forte. O canal vai apresentar seis episódios na primeira temporada, dirigidos pelo jornalista Valmir Moratelli, com produção executiva do empresário Márcio Damasceno. Foi um vaivém no Hippo. Veja fotos na Galeria.


Enviado por: Lu Lacerda
11/10/2017 - 11:37

Quer comprar um quadro com a cara do Cabral?

cabral

Sérgio Cabral por Romero Brito: o quadro deve ir a leilão – você compraria um quadro com a cara do Cabral ou da Adriana Ancelmo?

Os três quadros assinados por Romero Brito, encontrados em Mangaratiba, na casa de Sérgio Cabral, valem R$ 146 mil, segundo perícia feita pela Polícia Federal em Curitiba. Entre eles, um retrato do ex-governador, R$ 23, 6 mil; outro, da sua mulher, a advogada Adriana Ancelmo, 51,1 mil e, ainda, um terceiro, criação livre do artista (R$ 71,1 mil). Os dados foram noticiados pela FSP (matéria de Italo Nogueira), nesta quarta-feira (11/10).

Ali existem ainda trabalhos de outros artistas, muitos deles, nomes conhecidos e bem cotados no mercado. Alguns preferem não comentar quando perguntados sobre trabalhos em mãos de envolvidos na Lava-Jato, como se um artista pudesse ter comando sobre de onde vem o dinheiro ou quem compra.

A avaliação foi feita para que sirva de parâmetro para eventual leilão das obras em caso de condenação do peemedebista. A pergunta é: depois de tudo que sabe, você compraria um quadro com o rosto do Cabral ou da Adriana?


Enviado por: Lu Lacerda