10/09/2017 - 17:18

Priscila Varela e João Pedro Salgado: amor na terra e véu no céu

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Na primeira foto, os lindos noivos Priscila Varela e João Pedro Salgado; logo abaixo, Miguel Pinto Guimarães, Paula Marinho e Roberta Salgado; na sequência, Daniella Sarahyba e Veronica Nieckle; depois, Stella Leão, Naná Parnaguá, Alexia Mayer Paraíso e Pedro Paranaguá; em seguida, Rosa Klabin, Veronica Nieckle, Kitty Assis e Daniela Klabin; acima, César Ramos Filho e João Afonso Assis/ Fotos: de celular

Todos os noivos são apaixonados? Por suposição, sim. Mas alguns parecem mais, bem mais! Caso de Priscila Varela e João Pedro Salgado, ela, filha de Kiki Baroncini e João Alberto Varela; ele, de Renata Salgado e Emílio Salgado Filho. Foi por essa razão que Búzios ficou lotada de gente conhecida neste feriadão.

O casamento foi comemorado em duas etapas: a primeira, no fim da tarde de sexta-feira (08/09) no Hotel Villa Rasa Marina; a segunda, na tarde de sábado (09/09) na casa da mãe da noiva, na praia de Manguinhos, em Búzios. Foi montado um altar no jardim, que ia até quase dentro do mar, digamos assim, enquanto o vento soprava quase na velocidade de um furacão, sorte de Priscila, cujo véu voava aos céus, virando praticamente cena de filme.

E olha que máximo: a noiva foi levada pelo pai, José Alberto Varela, até metade do caminho; o padrasto, Angelo Baroncini, levou na outra metade até o altar, e ambos permaneceram ali durante toda a cerimônia. O casal deve ter começado bem: amor dobrado, sob a visão e a emoção de mais ou menos 500 convidados. Começou às 15h30 e foi até às seis da manhã deste domingo.


Enviado por: Lu Lacerda
10/09/2017 - 15:51

O furacão Irma em imagens impressionantes de Miami

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Daniela Tavares e Bruno Marsili com os filhos: família, que vive em Fort Lauderdale, na Flórida, teve que se deslocar para Orlando, fugindo do furação Irma/ Foto: divulgação

O casal de cariocas Daniela TavaresBruno Marsili vive nos Estados Unidos desde 2015, primeiro no Kansas (onde só tem tornado) e, desde o fim do ano passado, em Pembroke Pines, em Fort Lauderdale, na Flórida, onde ele é consultor de uma empresa americana. O Irma foi o primeiro furacão que pegaram. Foram obrigados a deixar suas casas, já estão em Orlando, num quarto de hotel de 30 mts², as cinco pessoas da família: além de Daniela e Bruno, as crianças, Laura, de 7 anos; Bernardo, 2 anos; e Thomas 2 meses.

A cidade em que vivem não estava na lista de lugares mais perigosos, mas sair foi obrigatório. Esses filmes acima foram postados há pouco num grupo de Whatsapp formado entre os vizinhos só para o furacão – quem filmou deve estar trancado em casa. Se precisar de qualquer tipo de socorro, não terá, o Estado não se responsabiliza pela integridade física dessas pessoas. “Essas imagens são da costa de Miami, as da rua são da Brickel Ave. (avenida da maioria dos prédios bacanas daqui) e as das ondas batendo na mureta são de Brickel Key (uma ilhota condomínio de vários prédios caros – um aluguel ali oscila em torno de US$ 5 mil mensais)”, diz Daniela. Nos EUA, o algoz normalmente é a natureza e quase nunca o homem, ao contrário do Brasil.


Enviado por: Lu Lacerda
10/09/2017 - 15:05

Sete anos de Esbórnia: três mil comemoram no Aeroporto de Jacarepaguá

Foto de:

Nesse sábado (09/09), no Aeroporto de Jacarepaguá, a festa Esbórnia comemorou seu sétimo ano, com um público de três mil pessoas. E mantendo sua característica: com uma moçada bem bonita e animada. Desde que começou no Rio, com edições para 400 pessoas, a festa cresceu e tem versões em outros Estados. As próximas datas acontecem em Recife, São Paulo e Brasília. Os efeitos especiais estão, também, melhores, e uma queima de fogos e um balão panorâmico já são marca registrada dessa noite.


Enviado por: Marcia Bahia
10/09/2017 - 11:00

Opinião: Lúcio Funaro – cada dia mais encurvado – peso do remorso?

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Estamos ouvindo o nome de Lúcio Funaro há alguns dias, com tantos políticos podendo ser atingidos pela sua língua, neste feriadão e na próxima semana, certamente, ainda mais, principalmente depois de ele ter declarado à Veja que o presidente Michel Temer teria recebido R$ 13,5 milhões em propina – segundo trechos da colaboração premiada obtidos pela revista, que está indo às bancas. Baseado na publicação, Funaro afirmou nunca ter conversado sobre dinheiro com Temer; de jeito nenhum, as informações teriam sido passadas pelo deputado cassado Eduardo Cunha. Muito mais coisa de parte da cúpula do Governo vem por aí, segundo o jornal O Globo. No entanto, o que quero falar aqui está bem à vista para quem quiser: preste atenção nas imagens do doleiro: cada dia mais encurvado, para um homem de 42 anos. Isso quer dizer alguma coisa. É o peso da culpa, do impudor, do remorso, parte por ter feito delação (supondo que esteja falando a verdade, descrevendo uma série de atos que vão contra a ética ao revelar a desonestidade), o que, na maioria dos casos, vai parar como uma cruz em cima dos ombros de quem jamais se viu no papel de dedo-duro, até descobrir que ou é isso, ou passar muitos anos atrás das grades. Daí em diante, o pesar passa mesmo a pesar também no físico. É como se, no espírito daquela pessoa, fosse formando-se um tribunal silencioso que julga, acusa e dá a pena, de si pra si – e quando se apresenta dessa forma, todos são indefesos. O elevado conceito que a criatura tinha de si mesma vai ao chão. Talvez também algum arrependimento? A realidade é que postura física fala muito – linguagem ou mecânica corporal, neste caso, bem acentuada. O autoperdão pode ser a única saída para Funaro ou qualquer corrupto sair da aparência-física-de-circunstância, voltando a encontrar a postura que sempre teve.


Enviado por: Lu Lacerda