07/05/2017 - 15:17

Germana Gerdau e Ricardo Steiman: casamento com apelo espiritual

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No alto, os noivos Germana Gerdau e Ricardo Steiman; em seguida, Germana e Angélica; depois, Caco Johannpeter, Catharina Tamborindeguy Johannpeter e Lui Pereira da Silva; acima, Bia Aydar, Alex Lerner, Ana Cecília Magalhães Lins e Guilhermina Guinle / Fotos: Lu Lacerda

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No alto, os noivos Germana Gerdau e Ricardo Steiman; depois, a bela Germana e Angélica; em seguida, Caco Johannpeter, Catharina Tamborindeguy Johannpeter e Lui Pereira da Silva; abaixo, Bia Aydar, Alex Lerner, Ana Cecília Magalhães Lins e Guilhermina Guinle; acima, Glória Maria, Roberto e Jade Rezinski / Fotos: Lu Lacerda (de celular). O casal não quis fotógrafo, pra não tirar a espontaneidade da festa

Era perceptível o apelo espiritual no casamento de Germana Gerdau e Ricardo Steiman, nesse sábado (06/05), num casarão na Rua Lopes Quintas, no Jardim Botânico: a casa para a festa, construída no jardim da original, por Antonio Neves da Rocha, era sob duas pirâmides (todos sabem que as pirâmides puxam energia positiva); nas centenas de arranjos brancos constavam angélicas (a flor que tem o poder de tirar a negatividade do ambiente) e a cerimônia foi regida por um rabino, já que o noivo é judeu, e pela mestra espiritual Cris Griscom, vinda dos Estados Unidos para a ocasião. Ela já deu aulas à Germana, que tem uma busca nessa direção – estuda a Cabala há alguns anos também.

Foi montado um altar, onde ficaram os seis filhos dos casamentos anteriores: quatro dela e dois dele; depois entrou Germana, num vestido de renda, assinado pelo estilista indiano-americano Naeem Khan. Enquanto isso, das velas (em candelabros de prata de época), saía um perfume muito suave. Era tudo branco em volta, só o buquê colorido, com música brasileira, alternada com canções judaicas. Candida Bello, coordenadora de desenvolvimento da Brazil Foundation, em Nova York (amiga de infância da noiva), fez um discurso falando da vida do casal, que se conhece desde a adolescência.

Depois das emoções que esses momentos trazem em si, teve ainda um minuto de silêncio de olhos fechados, pedido pela Griscom, na intenção da felicidade pro casal, pra você, pra mim, pra todos. Sim, mulheres podiam respirar com calma, diamantes estariam tranquilos, a segurança era total. Vistos ali vários estilistas estrangeiros, com muito YSL (caso de Danuza Leão), Elie Sabb (caso de Glória Maria), Christian Dior (caso de quase todas as loiras do Sul, de onde é a família Johannpeter Gerdau); já as paulistas, como Bia Aydar, preferiram um brasileiro, o Reinaldo Lourenço.

O jantar para os 500 convidados foi do tipo o crocante era crocante, o frio era frio, o quente era quente (se é que vocês me entendem), com Perrier Jouet como base. E veio a passagem para o outro lado da casa, as pessoas se deparavam com estofados em volta do lago e do chafariz; mais qualquer 300 metros e surgiu a pista de dança. Minutos depois, a noiva e 12 amigas fizeram uma coreografia-em-vestido-de-baile-mesmo: eram as melhores amigas que seriam madrinhas numa cerimônia oficial. Entre elas, Andrea Santa Rosa, Cynthia Howlett, Jade Rezinski, Rapha Velloso. Outro capítulo foi o show do Paulo Ricardo, no clima diversão antes de tudo.

E pode aumentar o som que logo tem mais um na família: o casamento de Catharina, filha da Narcisa Tamborindeguy e do Caco Johannpeter, com Lui Pereira da Silva, noivado no próximo sábado (13/05), na casa dos pais dele.


Enviado por: Lu Lacerda
07/05/2017 - 14:08

A cantora Andrea Boaventura, que é também cardiologista infantil, faz show no La Taberna de Laura, pub argentino em Copacabana, sábado (13/05), às 20h.


Enviado por: Marcia Bahia
07/05/2017 - 14:06

As marcas paulistas Amoreira (de objetos para casa, acessórios e livros) e Le Soleil d’Été abrem uma loja provisória no Leblon (Rua Dias Ferreira 64, sala 201) esta semana, de quarta a sábado (10 a 13/05).

Enviado por: Marcia Bahia
07/05/2017 - 14:04

O chef Thomaz Leão, baseado em suas experiências na Arábia Saudita, está servindo sanduíches árabes num foodtruck no terraço do JW Marriott, na Avenida Atlântica, até sábado (13/05).


Enviado por: Marcia Bahia
07/05/2017 - 14:02

Maíra Liguori, diretora da ONG Think Olga, vai falar sobre celebração da beleza e autoamor na segunda edição do movimento #SouDessas, quinta (11/05), no espaço das Sandálias Ipanema, a partir das 18h. Também participam do encontro a dra. Viviane Monteiro e Renata Morais, coordenadora da Crespinhos SA. O som do evento vai ser de Mãeana, nome artístico de Ana Claudia Lomelino.


Enviado por: Marcia Bahia
07/05/2017 - 13:01

Cristine Gorski Severo fala sobre “Uma visão panorâmica das políticas linguísticas no Brasil: construindo diálogos”, terça (09/05), no ciclo de conferências “Para uma política do idioma”, às 17h30, na Academia Brasileira de Letras.


Enviado por: Marcia Bahia
07/05/2017 - 12:01

Citação do dia

“Devemos sempre dar uma segunda chance, ou não se acredita que o ser humano possa se transformar. A personagem teve uma segunda chance, mas não resistiu. Quem não tem uma paixão patológica? Se não é patológica, não é paixão”

 

Da atriz Laila Garin sobre sua personagem em “Rock Story”, que traiu o namorado duas vezes


Enviado por: Marcia Bahia
07/05/2017 - 12:00

Nove perguntas para: Laila Garin, atriz

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Laila Garin faz apresentação única no Rio, quinta-feira (11/05), do espetáculo “Saudades da Elis (As aparências enganam)”, com o maestro Wagner Tiso e o cantor e compositor Tunai, no Vivo Rio. Dois anos depois de viver a cantora Elis Regina no espetáculo “Elis, a musical”, com o qual ganhou nove prêmios – incluídos o Prêmio Shell, Prêmio APCA e Prêmio Bibi Ferreira – a atriz e cantora baiana tem, agora, o desafio de cantar o repertório da gaúcha do seu próprio jeito.

Entre muitas canções, Laila vai interpretar “As Aparências Enganam”, “O Bêbado e a Equilibrista”, “Maria, Maria” e “O Trem Azul”.  A ligação com aquela que é considerada pela crítica uma das maiores cantoras da MPB não incomoda em nada a Laila, pelo contrário. “Elis é um  espírito de luz que só me faz bem”, contou, explicando que participar do musical de Nelson Motta, dirigido por Dennis Carvalho, só abriu portas para sua carreira.

A primeira novela, “Babilônia”, onde interpretou uma mulher dedicada ao marido, o político corrupto vivido por Marcos Palmeira, só surgiu depois do espetáculo. Até janeiro deste ano, Laila trabalhou na sua segunda novela, “Rock Story”, vivendo um personagem que mexeu com o público, considerada vilã, por trair o namorado. No teatro, fez “Gota d’água [A seco]”, versão da peça de Chico Buarque e Paulo Pontes encenada só por ela e pelo ator Alejandro Claveaux, montagem com a qual ganhou mais quatro prêmios como Melhor Atriz.

Laila, na verdade, começou a estudar teatro aos 11 anos e tem uma longa estrada até agora – casada com o iluminador francês Hugo Mercier, ela já morou na França, onde estagiou por seis meses no conceituado “Théâtre du Soleil”. Este ano, também lançou seu primeiro CD: são muitos os talentos (além de ser gostosa, segundo ela mesma) dessa filha de mãe baiana e pai francês, que começam a ser descobertos pelo público.

Foto: José Luiz Pederneiras

1
Laila, em “Elis Regina, a musical”, você cantou tentando se parecer com ela. No show do dia 11, no Vivo Rio, você vai interpretar o repertório da Elis do seu jeito. Como é essa experiência, é mais confortável ser você mesma no palco?

“Para esse show não vou caracterizada – vou interpretar, sem obrigação de imitar ou representar. Nunca cantei no Vivo Rio, vai ser a primeira vez”.

2
Na época da temporada do musical, você se pegou alguma vez agindo como a Elis?

“Não me peguei agindo como a Elis. Você fica com a presença da pessoa na sua vida, mas tenho meu temperamento”.

3
A Elis foi uma das responsáveis pelo lançamento da carreira do Belchior. Ele fez parte da sua formação musical ou você teve outros cantores/compositores que tiveram mais importância na sua vida?

“Belchior não era o mais frequente lá em casa, mas a minha geração ouviu Belchior a infância inteira. Na minha opinião, Caetano, Gil e Milton são pessoas que é como se tivessem inventado algo, feito uma paisagem – antes deles não existia. A música ‘Como nossos pais’ mudou a vida de todo mundo, mesmo os mais novos. No musical, esse era um momento muito forte. O público não saía das cadeiras”.

4
Você começou a estudar teatro aos 11 e canto lírico aos 13. Sua mãe, que era produtora cultural, queria te preparar para ser artista profissional?

“Minha mãe produziu alguns espetáculos de dança, sempre vivi rodeada de artistas. Ela achava que arte era importante na vida das pessoas. Fez parte da minha formação como ser humano. E sempre fui livre pra escolher”.

5
Como artista que veio do teatro, você pensava em fazer novela? O que foi mais difícil na sua adaptação de um meio para o outro?

“Não foi fácil, estou aprendendo. No teatro me sinto em casa, é como se fosse diferente, mas sendo a mesma coisa. Na TV leva um tempo pra gente esquecer o entorno e se dedicar realmente à interpretação”.

6
Você defendeu sua personagem em “Rock Story”, que o público viu como vilã por trair o namorado. No que mais na vida deve-se dar uma segunda chance a alguém?

“Devemos sempre dar uma segunda chance, ou não se acredita que o ser humano possa se transformar. A personagem teve uma segunda chance, mas não resistiu. Quem não tem uma paixão patológica? Se não é patológica, não é paixão”.

7
Seu pai é francês e seu marido, também. Você é muito ligada na cultura francesa?

“Sou e estou meio triste com o resultado do primeiro turno. Vou deixar minha procuração pro meu marido votar pra mim, voto Macron, contra a Le Pen. Não os escolheria, mas não tem jeito”.

8
Você já deu declarações de que não é obcecada por beleza física nem juventude. Como é lidar com essas questões no meio artístico? Você se sente cobrada nesse sentido?

“Não me sinto cobrada, no teatro a liberdade é grande, é tudo artifício. Na TV, nunca fui escalada pra ser gostosona, mas sei que sou gostosa, quero dizer, que tenho um corpo legal, mas não é a primeira coisa que veem em mim”.

9
Fala do Rio, que virou sua cidade…

“Tenho muito amor pelo Rio, que me acolheu, moro aqui há sete anos. Antes de morar sempre ouvia falar de violência, tudo que dizem é verdade – essa crise deveria estar escondida. Acho muito burguês falar dos assaltos, por exemplo. Quem é rico é muito rico, quem é pobre é muito pobre”.


Enviado por: Marcia Bahia