17/04/2017 - 19:00

Alta Ajuda, por Anna Sharp: crer para ver

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São as relações que criam a vida! A essência da natureza está nas conexões, e a vida não é nada mais que uma probabilidade de conexões já que, no nível subatômico, a matéria não existe em lugares definidos, e, sim, tem apenas a tendência ou a probabilidade de estar. Esse é o Princípio da Incerteza, de Heisenberg.

Na Mecânica Quântica, observa-se que os elementos atômicos, a luz e as formas eletromagnéticas ora se comportam como partículas, com volume definido no espaço, ora como ondas que se expandem em várias direções; e mais, por incrível que pareça, o comportamento é determinado pela expectativa do “observador” (eu, você, nós, eles…).

Foi difícil conciliar que uma coisa podia ser duas ao mesmo tempo. Podemos simplificar essa revolução da Física, representada por Einstein no séc. XX, com o conceito de que nada é, mas que tudo está; se está, pode ser modificado por outro estado, ou simplesmente deixar de estar. Ainda segundo Niels Bohr, a solução seria o Princípio da Complementariedade, em que a dualidade é necessária.

Essa constatação trouxe uma nova realidade em todos os níveis, e a compreensão da natureza da mente humana está passando por uma revolução que destrói todos os antigos conceitos de realidade. Partindo de Einstein na Teoria da Relatividade, cujo pilar central diz que as partículas materiais podem ser criadas de pura energia e voltar a ser pura energia, e, ainda, que as partículas representam condensações de um campo contínuo presente em todo o espaço, o universo pode ser encarado como uma teia infinita de eventos correlacionados.

Isso pode significar que até os fenômenos naturais são meras criações da mente humana, coerentes com a sua expectativa ou seja, é preciso “crer para ver!”.

Em outras palavras, a raiz de qualquer problema são sempre as pessoas envolvidas. Também são elas a única solução, o que torna impossível resolver um problema sem resolver o das pessoas envolvidas.

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Enviado por: Redação
17/04/2017 - 17:45

Guru Atmaji vem comandar ritual de prosperidade no Rio

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O guru indiano Atma Nambi em foto no Cristo Redentor, em sua primeira passagem pelo Brasil, em 2015 / Foto: reprodução

Está chegando ao Rio o guru Atma Nambi, que, de acordo com seus seguidores, atingiu a iluminação em 1994. Desde então ele vem ensinando na Índia e em outros países caminhos da espiritualidade e da autorrealização. Atma, ou Atmaji, já esteve no Brasil em 2015.

Na cidade carioca, ele tem uma semana cheia a partir de 2 de maio, quando estará na ONG Para Ti (Rua Cel Ribeiro Gomes, 350), às 19h30. No dia 5, ele comanda um ritual do fogo de prosperidade na Casa da Águia (Rua Capuri, 376), em São Conrado, a partir das 19h30, com ingresso a R$ 30. Diz-se que só por estar na presença do guru as pessoas se sentem em paz e determinadas curas são alcançadas. Não se sabe se ele também tem o poder de salvar contas no vermelho. Mais informações pelos telefones (21) 99859-2353 (Edynho) e (22) 99878-8930 Prema e Abhishek.


Enviado por: Marcia Bahia
17/04/2017 - 16:18

Maria Rita e Diogo Nogueira: fãs de todas as idades e perfis

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No alto, Maria Rita entre Thaís Araújo e Maria Geyer; abaixo, Diogo Nogueira com a mulher Milena; no meio, Nelson Sargento e Monarca; na sequência, Lilian Monteiro, Diogo Nogueira e Joel Santana; nesta foto, Maria Rita e Diogo Nogueira durante o show / Fotos: Vera Donato

Em noite de homenagem ao samba e à música popular brasileira, Maria Rita e Diogo Nogueira fizeram um espetáculo juntos, nesse fim de semana, no Metropolitan, na Barra, mas com estrutura de dois shows individuais, separadosFãs é o que não faltam, desde as novas gerações até sambistas como Nelson Sargento e Monarco, que acompanharam a noite da primeira fila.


Enviado por: Redação
17/04/2017 - 15:06

O artista plástico Eduardo Sampaio participa da exposição In Visible, em Paris, que se propõe a afirmar a relevância da liberdade de interpretação. O vernissage acontece nesta quinta-feira (20/04), às 19h, no nº 48 da Rue de Lille.

Enviado por: Marcia Bahia
17/04/2017 - 15:06

Sexta-feira (21/04) tem mais uma edição do projeto “Bossa Nossa – Rio em um Tom a Mais”, no Espaço Aquário do Windsor Marapendi, na Barra. A banda Conexão Rio convidou para a noite o cantor e compositor Celso Fonseca. A primeira parte do show vai das 21h às 21h50 e a segunda começa às 22h15. É necessário fazer reservas.


Enviado por: Marcia Bahia
17/04/2017 - 15:05

Para celebrar o Dia Nacional do Livro Infantil, nesta terça (18/04), a Saraiva, em parceria com a Satrápia, irá espalhar títulos de literatura infantil pelos Ninhos de Livros, espaços que existem em vários bairros da cidade, onde é possível deixar um livro e pegar outro emprestado.


Enviado por: Marcia Bahia
17/04/2017 - 15:02

O casal de publicitários Thaís Tupper e Manoel Netto inaugurou a loja The Burger Experience no shopping Downtown, com ainda maior quantidade de receitas das que são oferecidas no food truck dos dois. O sócio Marco Aurélio Moraes se encarrega da seleção de cervejas. 


Enviado por: Marcia Bahia
17/04/2017 - 15:01

Robert Muggah e Ilona Szabó falam, nesta terça (18/04), na Academia Brasileira de Letras, sobre “como reduzir os homicídios e construir cidades seguras”. Vai ser às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr, dentro do ciclo de conferências “Segurança Pública em Debate”, coordenador por Merval Pereira.


Enviado por: Marcia Bahia
17/04/2017 - 14:36

Atores cantam na abertura de série – e Ivan Lins, autor da música, adora a ideia

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Maria Casadevall, Daniel de Oliveira, Sophie Charlotte, Gabriel Leone e Renato Góes: atores da série “Os Dias Eram Assim” gravaram a música de abertura / Foto: divulgação

A abertura da série “Os Dias Eram Assim”, que estreia nesta segunda (17/04), na Globo, teve sua música de abertura, “Aos Nossos Filhos”, gravada pelos próprios atores. Sophie Charlotte, apesar de ser a mais experiente do grupo – ela já cantou na série “O Rebu” e no especial de Roberto Carlos de 2014 – ficou tão nervosa quanto Daniel de Oliveira, Maria Casadevall, Gabriel Leone e Renato Góes. “Quem disse que eu me sinto tranquila? Cantar para mim é uma exposição muito grande. Mas não dá para dizer não ao Carlinhos”, contou, referindo-se ao diretor, Carlos Araújo.  

Ivan Lins, autor com Vítor Martins da linda e angustiada canção “Aos Nossos Filhos”, ficou muito feliz em saber dessa gravação. “Imagino que o texto tenha mexido bastante com eles”, falou Ivan. Sobre a atualidade da letra da música, Ivan acredita que ela “vale para o resto da vida”. “O mundo está muito difícil e os pais não conseguem dar a atenção que gostariam aos filhos, há muita intolerância, violência e também insegurança financeira – essa vem afetando até a relação dos casais”, comenta.

Sobre interpretação imbatível dessa canção por Elis Regina, Ivan diz que lembra perfeitamente de como a cantora conheceu a música. “Eu fazia o show ‘Nos dias de Hoje’, em 1978, no Casagrande, e vieram me avisar que a Elis estava no teatro. Tentei localizá-la na plateia e, apesar dela estar na quarta fileira, não consegui. Até que quando cantei ‘Aos Nosso Filhos’ a luz refletiu em algum lugar inexplicavelmente e caiu sobre ela, que já estava aos prantos. Depois do show ela foi ao camarim e disse: ‘Vou gravar essa música'”.

A canção, como se sabe, foi um dos grandes sucessos do álbum e do show “Saudade do Brasil”. Veja, a seguir, a gravação dos atores da série e a versão insuperável de Elis Regina.

 


Enviado por: Marcia Bahia
17/04/2017 - 13:31

Mecânica corporal do advogado do Odebrecht

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Mecânica corporal: algumas expressões do advogado de Emílio Odebrecht durante a delação do empresário / Foto: reprodução

Assistindo aos depoimentos de Emílio Odebrecht, nesse impressionante “documentário” com as delações premiadas da empreiteira, chama atenção aquele que está ao seu lado em tempo integral: o advogado Adriano Maia. Ele fica nervoso, se acalma, se mexe na cadeira, bota a mão no rosto, enfim, uma verdadeira mecânica corporal – certamente falando muito por si só. Maia, às vezes, nem piscava diante de frases do empreiteiro que nos tirava da cadeira, talvez de fazer corar qualquer um daqueles considerados os maiores corruptos da história. Aí, a determinada altura, a cara do advogado, com o corpo cansado, começa a reagir, demonstrando sentimentos – é o humano aparecendo. Resumo: nunca se mentiu tanto, nunca se roubou tanto, nunca se desprezou tanto a inteligência dos outros como no Brasil, de jeito nenhum!


Enviado por: Lu Lacerda
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