02/03/2017 - 21:00

Moda, por Bebel Schmidt: o que vem por aí!

Já quase terminando os desfiles de Outono / Inverno das semanas de moda internacionais, já podemos listar as tendências fortes para as próximas estações. A moda é cíclica, sempre revisitada em outras décadas e volta com uma releitura atualizada, de acordo com o comportamento, cultura e acontecimentos do momento.

Separei imagens das tendências abaixo, tanto da passarela como da moda nas ruas (que nada mais é do que a confirmação da tendência).

Puff Jacket

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Iamê / Metalizados

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Veludo Molhado

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Nada básico, mas com muita personalidade!

Bjksss e até a próxima!
Bebel Schmidt

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Enviado por: Redação
02/03/2017 - 18:18

Rio: retrospectiva das feijoadas de carnaval

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Feijoada de Carnaval do HotelWindsor Barra - Beth Goulart e Ancelmo Gois - Foto de Berg Silva/divulgação

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No alto, Fernanda Souza, Preta Gil e Ludmila Dayer; na sequência,  Beth Goulart e Ancelmo Gois; no meio, Ivete Sangalo e Ricardo Amaral; abaixo, Arlindo Grund com os sambistas da Beija Flor; nesta foto,  Maninha, Ana Paula Barbosa, Aline Oliveira e Dandynha Barbosa / Foto: Divulgação

No alto, Fernanda Souza, Preta Gil e Ludmila Dayer; na sequência, Beth Goulart e Ancelmo Gois; no meio, Ivete Sangalo e Ricardo Amaral; abaixo, Arlindo Grund com os sambistas da Beija Flor; nesta foto, Maninha, Ana Paula Barbosa, Aline Oliveira e Dandynha Barbosa / Foto: Divulgação

As feijoadas são mais amadas no carnaval do que muita gente supõe. Estão virando quase tão obrigatórias quanto as escolas de samba – Oh! exagero. Há alguns anos, só existia a do Ricardo Amaral, no Hippo, em Ipanema (que, depois de dois anos, voltou em 2017, no Vogue Square Barra), mas ano a ano aumentam mais: é Feijoada da Preta; é Feijoada do Chacrinha, é Feijoada da Grande Rio, do Windsor, do Sheraton….e assim vai! E, na Quarta-feira de Cinzas, tem ainda a Feijoajay.


Enviado por: Lu Lacerda
02/03/2017 - 17:32

Vanessa da Mata comanda sorteio em benefício da atleta paralímpica Débora Benevides

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A atleta Débora Benevides, a Indiazinha, treina com o objetivo de conseguir vaga para a Paralimpíada de Tóquio, em 2020 / Foto: divulgação

A designer de joias Yara Figueiredo convidou Vanessa da Mata, sua amiga, e ela topou: este sábado (03/03), a cantora estará na loja de Yara, em Ipanema (Rua Visconde de Pirajá 414, loja 225, Quartier de Ipanema) às 14h, para fazer o sorteio de um anel de ouro, com opala de fogo e turmalinas rosas, de uma rifa em benefício da atleta paralímpica Débora Benevides. Conhecida como Indiazinha, Débora participou da última Paralimpíada no Rio, onde obteve o quinto lugar na segunda bateria de disputa, não conseguindo se classificar para a final de canoagem da categoria KL2. Nada disso desestimulou a atleta, que é filha de índios do Mato Grosso do Sul e tem artrogripose congênita: sua mãe fugiu da aldeia logo que ela nasceu para salvá-la da morte – é costume dos índios matarem crianças que não são fisicamente perfeitas.

Débora foi trazida pelo técnico Jorge Souza de Freitas para o Rio, onde mora. Yara conheceu os dois quando treinavam na Lagoa. O objetivo da rifa, a R$ 30 cada bilhete, é conseguir dinheiro suficiente para que Jorge possa acompanhar Débora na próxima competição, quarta-feira (08/03), em Curitiba. Quem quiser participar do sorteio ou fazer doações, a conta para depósito, na Caixa Econômica Federal, é no nome de Debora Raiza Ribeiro Benevides, agência 1108, conta 00084246-1. O email para enviar a confirmação do depósito é o (yara@yarafigueiredo.com).


Enviado por: Marcia Bahia
02/03/2017 - 16:45

‘Cromossomo 21’: série mostra jovens independentes, com síndrome de Down

A modelo Pamela Andrades e a fotógrafa Jessica Mendes: duas das histórias reais retratadas na websérie Cromossomo 21 / Fotos: divulgação

A modelo Pamela Andrade e a fotógrafa Jessica Mendes: duas das histórias reais retratadas na websérie Cromossomo 21 / Fotos: divulgação

Depois de ter recebido um reconhecimento especial do Los Angeles Brazilian Film Festival, e ter pré-estreia lotada no Festival de Gramado, o filme “Cromossomo 21”, de Alex Duarte, virou websérie. Diferentemente do filme, que trata do romance entre uma jovem com Down e seu namorado, que não tem a deficiência, a série é um documentário. São histórias de 12 jovens com a síndrome, de várias partes do país, que estão conquistando sua independência através de suas profissões.

O lançamento vai ser segunda (06/03), às 19h, no auditório do Dimension Office Park, na Barra. O diretor Alex ficou conhecido como o primeiro cineasta jovem a documentar a Missão de Paz da ONU no Haiti – na época, ele tinha 20 anos.


Enviado por: Marcia Bahia
02/03/2017 - 15:17

Batista ganha programa próprio de culinária nacional

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O chef João Batista de Souza vai ensinar como fazer pratos bem brasileiros num aplicativo de celular, a ser lançado em março /Foto: reprodução

Batista, o chef que é braço-direito de Claude Troisgros, está adiando os planos de se aposentar este ano. Nesta quinta-feira (02/03), ele começou a gravar os programas para o aplicativo de uma operadora de celular, que vão ser lançados em março. Em “A cozinha popular brasileira do Batista” o paraibano vai ensinar, como o título indica, como preparar pratos bem típicos como galinhada e vaca atolada, dentre muitos outros. O programa tem produção de arte e cenografia de Lou Bittencourt e Tomás Breves, fotografia de Pablo Uranga e produção de Alexandre Ktenas e Denise Barros.


Enviado por: Marcia Bahia
02/03/2017 - 13:00

Feijoada para o bloco-dos-incansáveis

Foto de:

O bloco-dos-incansáveis acompanhou a apuração do desfile das escolas de samba, na FeijoJay, organizada por Diógenes de Queiroz, no camarote Allegria, nessa Quarta-feira de Cinzas (01/03), na Marquês de Sapucaí. O bloco romântico Fica Comigo aliviou a exaustão e animou a feijoada, preparada pelo chef Pedro Benoliel, um dos que estiveram à frente da cozinha do camarote este ano.


Enviado por: Lu Lacerda
02/03/2017 - 11:01

Opinião: Crivella no carnaval – convicções particulares não podem estar acima do bem da cidade

marcelo-crivella

Crivella não ter ido entregar a chave da cidade, ah!, não foi bacana. Muito pior, porém, foi deixar as pessoas plantadas por horas à sua espera, e até com um certo suspense. Suspense que seguiu para os desfiles das escolas de samba, na Marquês de Sapucaí, naquele vai-não-vai, chega-não-chega a que todos foram submetidos. Até os próprios secretários davam entrevistas sem querer afirmar a presença ou a ausência do prefeito. Crivella está entre os prefeitos mais simpáticos do Rio. Demonstra também ser muito atencioso e, ainda, dono daquele perfil sempre pronto a um elogio na ponta da língua. Por isso mesmo, não há como desconsiderar sua atitude para com o Rei Momo, o músico Fábio Damião dos Santos Antunes. E, de mais a mais, o carnaval, numa cidade falida cujo turismo tem tanta importância, não pode ser ignorado. Não é papel que pegue bem a um prefeito – precisa respeitar o tempo dos outros, que são, de alguma maneira, seus subordinados. E todos ali eram, ainda mais nesta época, principalmente, quando, na cabeça de todo mundo, o prefeito de um lugar como o Rio, capital do carnaval, é de grande relevância. Foi eleito e precisa abraçar a cidade para a qual se propôs tomar conta. É muito bonito pregar que vai governar para todos, como se comprometeu Marcelo Crivella na época da campanha. O intelectual alemão Max Weber defendia, sobre a ética da responsabilidade, que não se pode impor os seus valores morais; é preciso administrar em nome do bem comum, e não em nome de convicções particulares. Crivella deve essa satisfação ao povo. Foi-lhe dado o direito de exercer, e eleição é como um concurso público. Talvez ficássemos contentes com aquilo que os políticos nordestinos, mais do que outros, têm mania de falar: na liturgia do cargo, que vem a ser a conduta, a postura, o comportamento de alguém, intrínsecos ao posto ocupado. Qual é esse limite? Até onde um prefeito, no caso do Rio, pode abrir ou pode não abrir um evento tão importante para os cariocas?


Enviado por: Lu Lacerda