15/09/2012 - 19:00

Roupas leves e coloridas são alguns dos coringas de Antonia Galdeano em sua volta ao Rio
“Amores do coração!!
Cada estação do ano tem seu charme e sua graça, mas o verão, assim como o Rio de Janeiro, tem uma energia contagiante!! Falando nisso, cá estou eu, me mudando de volta pra esta terrinha tão linda e ensolarada!!
Trago comigo histórias, lembranças, experiências vividas, alguns “adeuses” que quase me arrancaram o coraçãozinho, um baby na barriga, e novidades, das boas, na mala!!
Acima, algumas que separei, que serão um dos meus coringas nesta estação!! Short Current/Elliott, blusa Splendid, sandália Gerard Darrel, capinhas de celular Urban Outfitters, óculos Victoria Beckham, bolsa Hermès Blue Sky e colar de Turmalina Paraíba, da Beatriz Werebe.
Pra usar tudo junto, misturado, e em outras combinações.
Gostaram?
Muitos beijos em baby Tulle!!”
Para saber mais, acesse o blog da Antonia Galdeano. Ela escreve aqui às quartas e aos sábados!
Enviado por: Redação
15/09/2012 - 15:15

Thor Batista e Luciano Szafir: o empresário foi recebido pelo ator na Miroir / Foto: Rogério Produções
Era o aniversário da dançarina Thabata, do programa do Faustão, na Miroir, mas depois da chegada de Thor Batista à boate, nessa sexta-feira (14/09), na Lagoa, não teve transparência, decote ou minissaia que chamasse mais atenção: todas foram voltadas para o filho de Eike e Luma. O cara estava mesmo na pista: chegou sozinho, comprou um camarote e foi dançar, dançar, dançar. Os passinhos pra lá e pra cá deixaram a maioria das mulheres muito atenta. Thor está tão bronzeado quanto musculoso, ou seja, morenão e fortão na mesma proporção.
Enviado por: Lu Lacerda
15/09/2012 - 14:30

Um dos trabalhos de Roberto Magalhães na mostra "Quem sou, de onde vim e para onde vou", uma das exposições do Paço
Programinha para quem gosta de arte, além da ArtRio, e está mais do que provado que o carioca adora, é uma visita (sem hora pra acabar) ao Paço Imperial, centro cultural do IPHAN, dirigido por Lauro Cavalcanti. Ali tem três exposições recém-inauguradas, que ficam em cartaz até 25 de novembro de 2012.
No térreo, a artista Cristina Salgado apresenta a instalação “Ver para olhar”, na sala Terreiro do Paço. Trata-se de uma instalação formada por 28 cadeiras, bancos e poltronas, em uma fila mais ou menos organizada e, sobre cada assento, uma caixa de madeira de dimensões variadas. Como duas linhas horizontais, um facho de luz e uma longa lança de aço atravessam as caixas “sentadas” por cerca de 20 metros alcançam uma última poltrona, que funciona como anteparo para a luz projetada, com revelações surpreendentes.
No primeiro pavimento, está Luiz Aquila, com a retrospectiva “Quase tudo: a never ending tour”, celebrando 50 anos de carreira, com 200 obras. A exposição está montada levando em conta a afinidade entre os trabalhos: 80 desenhos de todas as décadas e de várias técnicas formam uma linha do tempo; um conjunto de obras com predominância do preto, cor rara na produção do artista; trabalhos inéditos; pintura em processo, e obras de grandes dimensões de coleções particulares e dos museus MAM Rio e MAC Niterói.
No segundo pavimento, Roberto Magalhães expõe 174 trabalhos sobre papel de 1958 a 2012, na mostra “Quem sou, de onde vim e para onde vou”. Ocupando quatro grandes salas, a mostra reúne desenhos de todas as técnicas – óleo, pastel, guache, aquarela, grafite, nanquim, lápis de cor e até esferográfica, selecionados por Magalhães e pelo curador Lauro Cavalcanti. Os escolhidos saíram de um conjunto de três mil obras sobre papel da coleção particular do artista, datados de 1958, ano do primeiro desenho profissional de RM, a inéditos de 2012.
Antonio Dias começou sua visita ao Paço pela exposição de Roberto Magalhães e teve o melhor cicerone possível durante seu percurso: o próprio Magalhães. O clima no dia da inauguração não poderia estar melhor: Lauro Cavalcanti está de namorada nova, a cineasta Sandra Werneck. Hormônios em dia deixa tudo incrível, disso nem precisa ser artista pra saber!
Enviado por: Lu Lacerda
15/09/2012 - 14:00

ArtRio: de duas uma: ou vá de motorista ou vá de táxi - essa é a sugestão!
Os flanelinhas tomaram conta das ruas adjacentes à ArtRio, na região do Cais do Porto. Alguns chegam a cobrar R$ 30 por vaga. Há guardas municipais que estão reclamando da ausência de PMs. Amigo da coluna disse que entrou em contato, por várias vezes, com o Batalhão de Polícia da região e nada foi feito. As mulheres têm sido os principais alvos das extorsōes dos flanelinhas. Ou vá de motorista ou vá de táxi ou vá de ônibus ou vá a pé – essa é a sugestão!
Quanto ao evento de arte que vai até este domingo (16/09), é sucesso absoluto, está lotado todos os dias.
Enviado por: Lu Lacerda
15/09/2012 - 12:00

O chef Felipe Bronze: "mago da cozinha", que já estudou a Cabala, faz esforço constante para espantar a vaidade
Chef premiado, Felipe Bronze começou cedo na gastronomia – ainda na adolescência – e já passou por vários lugares do mundo buscando novidades para o seu atual restaurante, o Oro (aberto em 2010), no Jardim Botânico, já que procura manter sua cozinha “moderna e criativa”. O chef vem acertando em tudo: o quadro recente “O mago da cozinha“, no Fantástico, na TV Globo (onde modifica pratos e sabores típicos de regiões do Brasil) vem agradando às mais variadas classes sociais. Como já estudou a Cabala, Felipe está sempre atento para o ego não inflar, ponto importantíssimo, o que deve repercutir em toda a sua vida. Leia sua Invertida.
UMA LOUCURA: “Quando fui, de um dia pro outro, sem programar nada, do Leblon a Chicago, para jantar no restaurante Alinea. Esperava por isso há dois meses e aconteceu de repente…”
UMA ROUBADA: “Ter ido trabalhar no Mix em 2005. Quis fazer um menu com a identidade do lugar e tentei conciliar as propostas de lá (restaurante gastronômico e night club) com minha cozinha (moderna e criativa), o que evidentemente não teria como dar certo. E não deu mesmo!”
UMA IDEIA FIXA: “Fazer só o que acredito. A cozinha tem uma rotina implacável – não é lugar para burocratas. Essa paixão e vontade de fazer sempre melhor me ajudam a manter o foco, a disciplina e a motivação que dirigir um bom restaurante exige.”
UM PORRE: “No sentido de chatice, o trânsito carioca. Incrível como piorou tanto de uns 10 anos pra cá. No etílico, foi quando voltei a morar no Brasil, em 2001: estava há tanto tempo sem beber que, no jantar de boas-vindas, tomei dois sakes e apaguei no banheiro! Foi uma vergonha: saí do antigo Sushinaka carregado.”
UMA FRUSTRAÇÃO: “O Z ter fechado tão rapidamente, em 2004. Trabalhei como um louco para que desse certo, mas não rolou. Não imaginava que incompatibilidades fossem tão determinantes numa sociedade. Tive de recomeçar do zero, mas o que achei ser uma catástrofe se revelou uma grande oportunidade: voltei muito mais forte no Oro.”
UM APAGÃO: “Um só é difícil… Recebo umas 70 pessoas diferentes por dia, é muito difícil pra mim lembrar o nome de todas… É horrível! Sou péssimo fisionomista, morro de vergonha disso.”
UMA SÍNDROME: “Tenho horror a lugar cheio! Shopping, cinema, restaurante, jogo de futebol… Me deixa muito desconfortável. Odeio barulho também, tento falar o mais baixo possível durante o serviço, mas às vezes me pego gritando com tudo!”
UM MEDO: “Tenho medo da vaidade. Este ano tem sido maravilhoso: o Oro está ganhando prêmios, o quadro no Fantástico está com uma audiência e repercussão espetaculares; um restaurante novo incrível está a caminho, estou escrevendo meu primeiro livro; e, além de tudo, me sinto completo e feliz por ter encontrado a Cecilia, minha namorada… Faço um exercício constante para não deixar a vaidade reaparecer. Quem já se queimou com sopa assopra até iogurte. ”
UM DEFEITO: “Minha ansiedade é terrível. Sou impaciente, quero tudo para ontem, detesto esperar. Tenho trabalhado nisso, mas é difícil mudar. Também sou um pouco ranzinza, reclamão. Mas talvez meu pior defeito seja me desconcentrar em assuntos que não me interessem. É involuntário, às vezes me pego pensando em mil outras coisas quando a conversa não me interessa. Péssimo.”
UM DESPRAZER: “Fila, de qualquer espécie: desagradável demais. Só comparado a comer mal. Me dá a sensação de desperdício da vida, me deixa muito aborrecido mesmo.”
UM INSUCESSO: “Tive vários, mas considero insucesso mesmo quando deixo de aprender com o anterior e repito o comportamento. Errar faz parte, a história de um sucesso pode nascer de um insucesso, mas repetir o erro é ruim demais. Dá a sensação de estupidez.”
UM IMPULSO: “Redes sociais são perigosíssimas. Gostaria de controlar minha verborragia quando algum assunto relativo à política me tira do sério. Acabo falando (escrevendo) demais.”
UMA PARANOIA: “Ficar velho e não ter feito nada de relevante pela nossa gastronomia. A ideia de ser irrelevante para uma geração de jovens cozinheiros é terrível, pois tenho convicção de que nossa profissão sofrerá uma revolução nos próximos 20 anos. Quero contribuir e participar desse processo ativamente.”
Enviado por: Redação