08/09/2012 - 19:00

Laranja é a cor do momento e, também, a dica de Antonia Galdeano para roupas e acessórios
“Queridos!
Laranja é a cor do momento pra quem está na dúvida de que cor usar para ir a uma festinha, ou um pra sair pra tomar uns drinks com amigos.
Candy colours (cores em tons bebês) também estão super na moda. Verdade! Assim como o azul Klein, do qual tanto falo… Mas, pra surpreender os amigos por aí, indico o laranja! Ainda mais no Brasil, uma cor tão alegre e fresca, nesse calorzão.
Quem achar que laranja é muito “laranja” pro próprio gosto, indico apostar nos acessórios na cor! O que acham?
Lembrando que a cor laranja é energética e antidepressiva! Ou seja, nos faz sentir bem quando a usamos. De fato, sempre que uso, me sinto bem.. Cromoterapia e fashion na cabeça!!
Muitos beijos em baby Tulle!”
Para saber mais, acesse o blog da Antonia Galdeano. Ela escreve aqui às quartas e aos sábados!
Enviado por: Redação
08/09/2012 - 18:02
“Pinteresco”, que reúne 12 histórias do escritor inglês Harold Pinter (que morreu no fim de 2008), teve estreia nacional nessa sexta-feira (07/09), no teatro Solar de Botafogo. Com direção de Ary Coslov, o elenco é formado por Alice Borges, Leonardo Franco, Marina Vianna e Savio Moll, com tradução de Jacqueline Laurence e Ísio Ghelman.
No palco, temas que resumem os trabalhos de Pinter: incomunicabilidade, solidão, memória e até política e bom humor – esses dois últimos, mais raros. “A ideia de reunir esses esquetes em um só espetáculo é para que o público possa ser apresentado a um lado de Harold Pinter que poucos conhecem”, disse Ary. Veja fotos na Galeria.
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08/09/2012 - 16:32

Bruna Linzmeyer e Walcyr Carrasco, numa das pouquíssimas fotos tiradas no evento em homenagem ao autor e ao sucesso de "Gabriela" / Foto: Luiz Fernando Coutinho
O casal Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho organizou jantar em homenagem ao amigo Walcyr Carrasco pelo sucesso de “Gabriela”, nessa sexta-feira (07/09), no restaurante Enotria, do chef alemão Joachim Koerper, no CasaShopping, na Barra. Coincidência ou não, no feriado o autor da releitura da novela das 11 da Globo, disse que acabou de escrever o último capítulo, já que termina em outubro – o que, para grande parte dos brasileiros, é uma pena.
Estiveram na comemoração o casal Juliana Paes e Carlos Eduardo Baptista, Mateus Solano e Paula Braun, Henri Castelli, Mauro Mendonça Filho, Juliana Mendes, Ildi Silva, Bruna Linzmeyer e Michel Melamed: um grupo seleto e discreto, nada de muitas fotos. A animação era tanta que todo mundo só deixou o lugar depois das duas da manhã.
Enviado por: Redação
08/09/2012 - 15:27

"Doidas e Santas", peça da qual a atriz Cissa Guimarães é a protagonista, fica em cartaz até o fim de setembro, na Gávea / Foto: IG Gente
É este o último mês para assistir à peça “Doidas e Santas”, com Cissa Guimarães, no Teatro Vanucci, no Shopping da Gávea, espetáculo com texto da jornalista Martha Medeiros, superelogiado, com mais de dois anos de casa lotada. Pode ser um programa para quem está na Rio no feriadão, ou nos próximos fins de semana de setembro, com dias inacreditavelmente lindos na cidade carioca.
Junto à protagonista, também estão no palco Giuseppe Oristanio, no papel do marido, Orlando, e Josie Antello, que se desdobra em mãe, filha e irmã de Beatriz, personagem de Cissa.
Enviado por: Redação
08/09/2012 - 12:00

As respostas da escritora Nélida Piñon à "Invertida" estão como sua condição como membro da ABL: "imortais"
Nélida Piñon tem talento, nome, admiradores… Porém, mais que isso, Nélida Piñon tem o maior de todos os bens: a alegria – o que nunca passa despercebido a ninguém, por mais superficial que seja o contato. Para os que têm a sorte de ser seus amigos, o que dizer? E o vigor? Esse está ali, na mesma proporção do bom humor. Raciocínio rápido, que, em em muitas situações, lembra o Washington Olivetto, ou seja, faz parte do clube que parece ter as respostas na ponta da língua – do assunto mais banal ao mais profundo.
A escritora acaba de lançar “O livro das horas”, que, mais que uma biografia, junta suas memórias afetivas. São relatos da vida profissional – que começou no final dos anos 1950, quando publicou seus primeiros contos – e pessoal, com muitas histórias ao lado de outros tantos nomes da literatura.
Piñon, que coleciona dezenas de prêmios nacionais e internacionais, roda o Brasil atualmente, participando de noites de autógrafos – as próximas serão na segunda-feira (10/09), em Curitiba, e quarta-feira (12/09), em Belo Horizonte. No dia 18 de setembro, Nélida embarca para a Espanha, onde participa de um ciclo de palestras. Nessa pequena entrevista para o “Invertida”, podemos dizer que algumas respostas foram “imortais”, tais qual sua condição como membro da Academia Brasileira de Letras! Sua presença só dá graça, espontaneidade e inteligência à ABL.
UMA LOUCURA: “Uma loucura é a paixão que aflora sem aviso. Menos mal, porém, que é um fulgurante desatino propenso a se extinguir depois de se carbonizar. Em geral, uma loucura que engendra a próxima. Loucuras na minha vida foram muitas, mas está tudo superado. Acaba que não estamos à altura das paixões vividas.”
UMA ROUBADA: “A vida esta cheia de tropeços. Aprendi, portanto, a converter o precioso tempo que perco em desvencilhar-me deles como modo de entender melhor quem somos. Não estou familiarizada com o conceito de roubadas. Nada me é roubado, a vida só me acrescenta.”
UM PORRE: “Um porre é ouvir quem me fala sem interrupção, como se o mundo gravitasse em torno de seus interesses. Aquele ser absolutamente indiferente em saber se, a despeito de seu egoísmo, ainda continuo viva ao seu lado. Tenho paixão pela lucidez. A lucidez também embriaga.”
UMA FRUSTRAÇÃO: “Convém aprender a ganhar e perder. Em geral, fora de uma situação radical, há sempre um equilíbrio nos favores e nos desfavores do cotidiano. Constato que o destino tem garras: arranha e sopra e que me cabe dar o bom combate de que dizia São Paulo. Ou acompanhar um refrão espanhol: quem resiste, ganha. Procuro não entronizar minhas frustrações, prefiro superá-las; por isso é que eu tenho esse bom humor, estou sempre indo adiante.”
UM APAGÃO: “Apagão tem a ver com a memória que não lhe fornece o que você necessita ou está a cobrar. Ou ainda agir de forma negligente, como se tivesse, sem querer, apagado todas as formas de cortesia. Qualquer apagão é sempre constrangedor. No fundo, o apagão desumaniza. Apagão é pior que falta de luz, é um corte de energia.”
UMA SÍNDROME: “Abusa-se do uso de “síndrome”. Qualquer dia vão lhe perguntar se você sofre da ‘síndrome da vida’.”
UM INSUCESSO: “Tenho uma nutrida lista de insucessos. Em conjunto, ou separadamente, eles me formam, contam a minha história…”
UM IMPULSO: “O impulso do amor, da generosidade. O impulso de me lançar à aventura como se tivesse asas, como se estivesse em todos os lugares ao mesmo tempo, como se frequentasse a casa alheia sem ser notada. Não para surpreender a mesquinharia do cotidiano, mas para constatar o esplendor de um simples prato de feijão e arroz comido com júbilo, com crença na vida.”
UM MEDO: “Tenho medo da dor, de não saber morrer com dignidade, de ferir o próximo quando pretendia enaltecê-lo. São infinitos medos, sobretudo o medo de não estar à altura da minha própria aprendizagem.”
UMA IDEIA FIXA: “Talvez a minha seja criar, inventar, dilatar minha visão do mundo.”
UM DEFEITO: “Mais vale que os demais respondam, acusem-me com o indicativo que ostenta o anel que eu própria ofereci. Posso dizer também que deixo para amanhã o que eu poderia fazer hoje.”
UM DESPRAZER: “Desprazer é a cultura da grosseria; o resto, deixa o povo inventar.”
UMA PARANOIA: “Só se for fictícia.”
Enviado por: Redação
08/09/2012 - 10:45

Beatrice Sayd, caracterizada para interpretar a personagem Sônia, na "Valsa nº6", de Nelson Rodrigues / Foto: Tomás Rangel
“Valsa nº 6”, de Nelson Rodrigues, terá reestreia no próximo dia 11, às 19h, no Teatro Serrador, na Cinelândia, Centro, que foi reformado no início deste ano pela companhia Alfândega 88, de Moacir Chaves. O espetáculo, que faz parte das comemorações do ano do centenário do escritor, vai ser encenado no mesmo palco onde Nelson estreou a peça, em 1951, com a irmã Dulce Rodrigues como atriz. Desta vez, na releitura, o diretor é Marcus Alvisi e a atriz, Beatrice Sayd – elogiadíssima!
Enviado por: Redação