04/02/2012 - 20:58

Liège Monteiro: um das personagens atuantes nos bastidores do carnaval carioca
Liège Monteiro, conhecida pelos cariocas que gostam de um bom evento, se diz apaixonada pela criatividade e genialidade do carnaval do Rio. Acostumada a lidar com a organização de grandes festas, tem uma nova missão este ano: a empresária é a responsável pelos convidados do “Baile do Copa” (no sábado de carnaval), no Copacabana Palace, o mais tradicional do Rio.
Liège, reconhecidamente competente no que faz, já organizou camarotes como os da cerveja Antarctica e do portal IG, na Marquês de Sapucaí e, segundo dizem, nunca tiveram outros iguais. Terá também sob seus convites a feijoada pré-carnavalesca da Grande Rio, no hotel Royal Tulip (antigo Intercontinental) e o camarote da mesma agremiação – a empresária tanto acompanhou quanto contribuiu para o crescimento da escola. Parece muita coisa, mas Liège leva tudo na maior tranquilidade. É uma personagem dos bastidores do carnaval carioca.
UMA LOUCURA: “A minha viagem para o Marrocos. Fiquei um mês sem ter nenhuma notícia do Brasil ou do que acontecia no mundo. Não havia jornal em inglês e, naquela época, não havia internet. Quase fui trocada por camelos e tapetes”.
UMA ROUBADA: “Ser jurada de concurso dos 10 mais bem vestidos e dos 10 mais deselegantes de uma revista. Já fui e sei bem o que é isso. São dez amigos e dez inimigos que você ganha.”
UMA IDEIA FIXA: “Que a Grande Rio ganhe o Carnaval de 2012. Não aguento mais a minha escola de samba ser segunda colocada, terceira colocada… Por várias vezes achei que merecíamos ganhar”.
UM PORRE: “Gente de porre é muito desagradável. Imagina eu que não bebo ter que aturar isso?”
UMA FRUSTRAÇÃO: “Adoraria conhecer o Egito e suas magníficas pirâmides”.
UM APAGÃO: “Quero apagar da minha memória o ano de 1990, quando o Collor assumiu a Presidência. Roubaram nossas poupanças e ‘elle’ extinguiu a Embrafilme (empresa estatal brasileira produtora e distribuidora de filmes). Todas as pessoas ligadas ao cinema ficaram sem trabalho, inclusive eu que era produtora.”
UMA SÍNDROME: “Tenho a síndrome de me maquiar. Sou como os índios, adoro uma pintura.”
UM MEDO: “Ter algum problema de saúde. Graças a Deus, isso eu tenho de sobra”.
UM DEFEITO: “Preguiça de ir à academia. Vou porque meu marido, Luiz Fernando, me arrasta. Mas uma vez lá, adoro”.
UM DESPRAZER: “Ver as pessoas mendigando e dormindo nas ruas do Rio. Entra ano, sai ano e a situação não muda. Moro em Ipanema e só no meu quarteirão têm dois moradores”.
UM INSUCESSO: “Toda semana me prometo: vou parar de beber Coca-Cola, mas ainda não consegui. Sou viciada. Parei de fumar, mas não parei com a Coca-Cola”.
UM IMPULSO: “De brigar pelos meus direitos. O brasileiro tem vergonha de lutar pelo o que é certo e tem a mania de deixar tudo pra lá. Eu morei quatro anos em Londres e aprendi muito com os ingleses sobre cidadania.”
UMA PARANÓIA: “De casa limpa, perfumada e arrumada. Tenho prazer em morar bem, mas tamanho perfeccionismo não deixa de ser uma paranóia”.
Enviado por: Lu Lacerda
04/02/2012 - 20:00

Antonia Galdeano com o tradicional preto e branco: nunca sai de moda e combina em qualquer evento
“Amadas!
Hoje venho falar de uma roupa absolutamente atemporal!
Sim, as celebridades gringas estão com a maior mania de usar preto e branco nesses últimos tempos…
Tanto nas festas, quanto nas premiações, o que mais vemos é essa combinação de cores… É verdade!
Entretanto, mesmo quando essa mania passar, preto e branco sempre serão um clássico elegante, não acham?
Além disso, essa minha roupa oferece quatro aspectos bacanas:
1) fuciona bem para festas/casamentos de dia e à noite;
2) pode ser usada por alguém de 25 anos até 75 anos (pode abaixar um pouco a saia de dentro, se quiser). E não importa que idade você tenha de fato. Com esse look, sempre vai parecer que você tem 30, no máximo! rs
3) você fica sexy e conservadora ao mesmo tempo;
4) você pode comprá-la no Brasil, pois é de uma marca brasileira que está fazendo o maior sucesso no Leblon: a Lucci.
E aí, o que acharam?
Dicas de como usá-la mais de uma vez: com um rabo de cavalo nos cabelos ou trançando-os; com uma bolsa bem especial, uns brincos grandes ou umas pulseiras com personalidade; com um sapato fechado preto, ou de renda, sandália dourada, por exemplo… Entre muitas outras combinações.
Escolhi não colocar um sapato fechado, pois o casamento a que fui era à tarde, e achei mais jovem usar umas plataformas modernas dessa vez.
Uso body de seda branco e saia Lucci, arco de cabelo Stephen Jones, bolsa Glorinha Paranaguá e sandália preta de plataforma com madeira em verniz Betsey Johnson.
E pra quem está se perguntando por onde viu um look parecido com esse…
Gucci coleção Outono/Inverno 2011
Essa coleção foi mesmo surreal, né?
Gostaram?
Milhões de beijos em Tulle!”
Para saber mais, acesse o blog da Antonia Galdeano – ela escreve aqui as quartas e aos sábados.
Enviado por: Lu Lacerda
04/02/2012 - 18:46
O bloco Spanta Neném abriu o carnaval de rua da Zona Sul do Rio. Uma multidão de bebezões e bebezonas (fazendo jus ao nome) com corpos sarados acompanhou o desfile na Lagoa Rodrigo de Freitas. O cortejo começou às 11h, num dia com sol de 40º na cidade carioca. O calor fez aumentar o consumo de cerveja, deixando os foliões ainda mais animados.
No samba oficial, uma exaltação à Lagoa, o lindo cenário do tradicional circuito de desfile do Spanta – os íntimos só se referem ao bloco dessa forma. Muita animação, brincadeiras, azaração, coreografias divertidas e fantasias hilárias com confete e serpentina, como manda a tradição.
No embalo da música e da empolgação, a pegação rolou solta. A bateria afinada tocava um repertório que alternava o samba oficial do bloco com sucessos de outros carnavais. O desfile do Spanta Neném foi apenas um aperitivo para os foliões neste sábado (04-02) pré-carnavalesco. Depois do desfile, que acabou quase às 5h da tarde, o povo, já cheio de animação, seguiu para a concentração da Banda de Ipanema. Se liga!
Enviado por: Lu Lacerda
04/02/2012 - 15:15

Edson Frederico: filhas do maestro são descobertas por irmão, pelo Facebook
Catarina e Gabriela Cavalcante, filhas do maestro Edson Frederico, que morreu às vésperas do Natal passado, acabam de ter uma grande surpresa: foram achadas por um irmão, que não sabiam da existência, pelo Facebook. O rapaz, filho do famoso músico, descobriu as irmãs na rede social e, sem meias palavras, se apresentou: é advogado, tem 30 anos e é homônimo do pai. Tudo isso deve atenuar o luto!
Edson Frederico, que foi um importante pianista e arranjador de MPB, tendo tocado com muitos dos grandes nomes como Elis Regina e Vinícius de Moraes, pode não ter deixado grande herança financeira, mas deixou um patrimônio afetivo – sem dúvida! Foi um enorme susto pra família, afinal, sempre que lhe perguntavam por que tinha apenas duas filhas mulheres, o maestro respondia: “É que eu só faço o que gosto”. Sei!
Enviado por: Lu Lacerda
04/02/2012 - 13:22
Yuri Gofman, filho da atriz Rosane Gofman, é o diretor da peça “Doutor — Como enlouquecer um médico em um dia”, que estreou nessa sexta-feira (3/2) no Teatro Clara Nunes, na Gávea. Mãe e filho estão juntos em cena. Na história, uma médica prestes a se aposentar, vive uma loucura em seu último dia de plantão. Veja na Galeria quem esteve lá.
Enviado por: Lu Lacerda
04/02/2012 - 12:17

Ignez Barreto, coordenadora do Projeto de Segurança de Ipanema, comenta sobre o carnaval de rua
A nota “Eu não quero blocos nas ruas da Zona Sul”, sobre movimento criado pelo advogado Marcos Motta, o Mavi, continua dando o que falar. Ignez Barreto, coordenadora do Projeto de Segurança de Ipanema (PSI), uma das mais atuantes moradoras do bairro, comenta: ”Não sou contra o carnaval, e sim contra o saldo de sujeira, vandalismo e mau cheiro que fica na cidade. No meu entender, uma coisa que ajudaria muito seria a questão da venda irregular de bebidas a menores”, diz ela.
E segue: “O PSI entrou com uma representação junto à Promotoria da Infância e Juventude, pedindo que a lei seja cumprida e que a venda de bebidas para menores em bares, restaurantes e supermercados tenha fiscalização cerrada. Queremos também que os ambulantes sejam proibidos de vender bebidas alcoólicas, já que não é possível a sua fiscalização. Eles só poderiam vender água, mate, sucos, refrigerantes e afins”, completa.
A preocupação de Ignez com a desordem urbana vem de outros carnavais. Todos os anos, ela pressiona o Poder Público no sentido de disciplinar e reprimir os excessos da folia. O empenho de Ignez foi fundamental para a decisão da Prefeitura de diminuir a quantidade de blocos que desfilam na Zona Sul. Também foi por causa das reclamações dela que foram canceladas as festas de música eletrônica que aconteciam em Ipanema durante o réveillon e juntavam multidões. Sempre que vê algo errado no seu bairro, Ignez bota a boca no trombone.
Enviado por: Lu Lacerda